ILSA Brasil utiliza tecnologias exclusivas para transformar couro em fertilizante orgânico

FERTILIZANTES

ILSA Brasil utiliza tecnologias exclusivas para transformar couro em fertilizante orgânico

Outra tecnologia exclusiva é a extração supercrítica, que utiliza gás carbônico (CO2) como fluido de extração em condições específicas de temperatura e pressão
Por:
887 acessos

Há dez anos a ILSA trouxe para o Brasil toda a tecnologia da sua matriz na Itália para transformar ocolágeno proveniente de peles e couros em fertilizantes de alta eficiência. Atualmente, duas plantas da ILSA Brasil, em Portão (RS), produzem 35 mil toneladas/ano de fertilizantes orgânicos e organominerais que oferecem diferenciais no desempenho agronômico devido às tecnologias envolvidas na sua produção.

Empresa de biotecnologia para nutrição vegetal, a ILSA Brasil é única empresa da América Latina que utiliza o processo FCH® para realizar a hidrólise térmica do couro, metodologia altamente sustentável, exclusiva e de última geração. São três fases e temperaturas que permitem obter um produto homogêneo e sem variações, promovendo a liberação do nitrogênio de forma lenta no solo. O Diretor de Marketing da ILSA Brasil, Eng. Agrônomo Thiago Stella de Freitas explica que a matriz orgânica provinda deste processo é utilizada como matéria-prima na tecnologia HP+M, que permite a fabricação de fertilizantes organominerais sólidos conhecidos como NKP no pellet. Os produtos resultantes desta tecnologia oferecem alta segurança e mais uniformidade aos produtos, pois permitem uma distribuição homogênea e equilibrada dos nutrientes na lavoura. Já a hidrólise enzimática FCEH® é utilizada para a obtenção dos fertilizantes líquidos da empresa. As matérias-primas entram em reatores estáticos junto com água e enzimas capazes de romper as cadeias de proteínas do couro. A reação ocorre a baixas temperaturas (entre 50-55ºC) e sem a adição de qualquer produto químico.

Outra tecnologia exclusiva é a extração supercrítica, que utiliza gás carbônico (CO2) como fluido de extração em condições específicas de temperatura e pressão. As matérias-primas vegetais são secas, moídas e imersas no equipamento junto com o gás carbônico, que extraem então os elementos nutritivos utilizados como fertilizantes.

A ILSA Brasil recebe 95% de todo o material não utilizado pela indústria coureiro-calçadista no sul do Brasil. A empresa atesta a eficácia de seus produtos, investe fortemente em P&D e faz acompanhamento constante junto aos agricultores. A empresa atende cerca de 15 mil agricultores através de seus parceiros comerciais, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.


Atenção: Para comentar esse conteúdo é necessário ser cadastrado, faça seu cadastro gratuíto.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink