Importações de leite em pó em alta

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Importações de leite em pó em alta

Na comparação mensal as importações brasileiras de lácteos tiveram forte incremento em outubro
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Na comparação mensal as importações brasileiras de lácteos tiveram forte incremento em outubro. Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o país importou 55,7% mais em volume, em relação a setembro de 2018. Os gastos também cresceram, 47,6%, somando US$56,21 milhões. Até outubro, porém, a importação de lácteos totalizou 121,6 mil toneladas. Na comparação com igual período do ano passado houve recuo de 17,9% no volume adquirido. A despesa caiu 21,3%, somando US$384,78 milhões.

O principal produto comprado no período foi o leite em pó. O Brasil adquiriu, 77,3 mil toneladas, num total de US$219,84 milhões. Os maiores fornecedores, em valor, foram a Argentina e o Uruguai, com 53,2% e 38,0%, respectivamente. Na comparação ano a ano, o volume de leite em pó caiu 15,5% e os gastos foram 26,0% menores.

Apesar da redução nos dez primeiros meses em relação ao ano anterior, o volume importado cresceu no segundo semestre. Entre julho a outubro o país comprou 46,4% mais em volume que igual período de 2017. No entanto, a cotação do quilo caiu 11,3%. A queda no preço aconteceu devido à desvalorização cambial em nossos principais fornecedores, Argentina e Uruguai, fato que deixou o produto importado mais competitivo frente ao nacional.

Cabe o destaque de que as cotas de exportação de leite em pó argentino para Brasil já não existem e, o consumo interno no país vizinho tende a cair em função da elevada inflação, que afetou o poder aquisitivo da população. Este fato pode deixar um excedente de produção e o Brasil deve ser uma alternativa de escoamento. Em novembro, a média diária foi de US$2,88 milhões em gastos com as importações de lácteos, aumento de 9,9% em relação à média diária de outubro deste ano. Frente a novembro de 2017 o aumento foi de 101,1%.

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