Incertezas fazem preços do açúcar fecharem em baixa nas bolsas internacionais
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Imagem: Pixabay
MERCADO

Incertezas fazem preços do açúcar fecharem em baixa nas bolsas internacionais

O mercado futuro do açúcar fechou em baixa nas duas principais bolsas que comercializam a commodity
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O mercado futuro do açúcar fechou esta terça-feira (8) em baixa nas duas principais bolsas que comercializam a commodity. Nem mesmo a notícia de queda na produção em diversas regiões, incluindo a Europa Ocidental conseguiu sustentar os preços. O mercado também avalia que as chuvas no Centro-Sul do Brasil seguem melhorando o panorama no maior produtor global da commodity. A análise é da Reuters.

Diante deste cenário de incertezas a ICE, de Nova York, fechou em baixa em quase todos os lotes, à exceção da tela para outubro/22 que fechou estável. No vencimento março/21 a commodity foi negociada em 14,39 centavos de dólar por libra/peso, queda de 6 pontos no comparativo com a véspera. Já a tela para maio/21 caiu 7 pontos, negociada em 13,79 cts/lb. As demais telas caíram entre 1 e 5 pontos.

Ainda segundo a Reuters, o Ministério da Agricultura da França voltou a reduzir sua estimativa para a safra de beterraba sacarina 2020, que foi afetada por doenças e pela seca. "O mercado parece destinado a continuar calmo, com uma tendência de queda. Mas o volume é tão pequeno que qualquer movimento pode ser exagerado", disse um operador europeu.

Londres

Em Londres o açúcar branco só subiu no vencimento agosto/22, as demais telas fecharam no vermelho. O vencimento março/21 foi comercializado em US$ 396,70 a tonelada, queda de 1 dólar no comparativo com a segunda-feira. Já as demais telas se desvalorizaram entre 70 cents e 1,50 dólar.

Mercado doméstico

O mercado interno também fechou em baixa nesta terça-feira, segundo o indicador Cepea/Esalq, da USP para o açúcar cristal. Ontem, a saca de 50 quilos foi negociada em R$ 110,84, pequena variação negativa de 0,05% no comparativo com os preços de segunda-feira.

Etanol diário

O etanol hidratado fechou desvalorizado pelo Indicador Diário Paulínia nesta terça-feira. Ontem, o metro cúbico do biocombustível foi negociado em R$ 2.116,00, contra R$ 2.122,00 o m³ da véspera, redução de 0,28%% no comparativo entre as datas.


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