Industria de processamento de alimentos atinge US$ 198 bi
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Industria de processamento de alimentos atinge US$ 198 bi

A industria brasileira de processamento de alimentos e bebidas é uma das maiores do mundo
Por: -Leonardo Gottems

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima que a indústria brasileira de processamento de alimentos movimentou US$ 198 bilhões em 2017. Após anos em queda, a previsão é de que a atividade econômica se recupere e cresça de 2% a 3% anualmente em termos reais até 2021. 

De acordo com o USDA, a indústria de processamento de alimentos e bebidas do Brasil é formada por aproximadamente 49.000 empresas, o que a torna um dos maiores competidores na área. Nesse sentido, o Departamento espera que com a eleição presidencial de outubro o País consiga recuperar a sua economia, o que facilitaria os investimentos e funcionaria como um impulso para as exportações e importações. 

“Embora política incerteza resultante da flutuação da taxa de câmbio continua sendo desafio temporário para os exportadores dos EUA, os participantes do setor esperam recuperação do investimento e das importações após o último trimestre de2018, após as eleições presidenciais”, diz o relatório. 

Os dados do Departamento indicam que a o setor representa cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do País e emprega 1,6 milhões de trabalhadores. Contudo, a recessão acaba fazendo com que as empresas mudem seu foco de ação e adotem novas técnicas para não perderem o seu volume de venda. 

“Em meio à recessão, a maior parte do processamento de alimentos no Brasil as empresas mudaram o foco para estratégias de redução de custos e inivação. . Devido a esse foco e outras tendências internacionais, os principais competidores do mercado estão buscando a consolidação por meio de fusões e aquisições”, completa o USDA. 

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a crise se estendeu desde o segundo trimestre de 2014 até o final de 2016, com o PIB do Brasil caindo 8,6% e depois vindo a crescer lentamente. O principal impulsionador desse crescimento foi o agronegócio que, devido a safras recorde, apresentou ganho de 13% em 2017. 


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