Indústria de processamento de alimentos soma US$ 179 bi

ANÁLISE

Indústria de processamento de alimentos soma US$ 179 bi

Exportação cresceu no período
Por: -Leonardo Gottems
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A indústria de processamento de alimentos do Brasil somou US $ 179 bilhões, posicionando o País como um dos maiores players globais do setor. Foi isso que informou o mais novo relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), nesta quinta-feira (24.04). 

“Em 2018, a indústria de processamento de alimentos no Brasil cresceu 2% em relação ao ano anterior, impulsionada por uma recuperação gradual das crises econômicas mais severas de sua história. Apesar do clima incerto sobre novas reformas macroeconômicas e microeconômicas do presidente Bolsonaro e oscilação cambial, as importações de ingredientes alimentícios aumentaram 3%”, diz o texto. 

Além disso, vendas de produtos intermediários dos EUA para o Brasil aumentaram 19%, o que ajudou a expandir a participação de mercado dos EUA para 11% em 2018. Segundo os importadores, os consumidores começaram a trocar novamente, um sinal positivo para as exportações para o Brasil. 

“Em 2018, o mercado da indústria de processamento de alimentos foi estimado em R $ 656 bilhões (US $ 179 bilhões), um aumento de dois por cento em termos nominais em relação a 2017. No entanto, em dólares, a indústria de processamento de alimentos diminuiu 9% no mesmo período, devido à forte desvalorização do real. Ajustes fiscais e reformas estruturais desempenharão um papel fundamental no desempenho futuro da economia. Apesar dos desafios econômicos, o Brasil continua a apresentar oportunidades para os exportadores de ingredientes dos EUA”, completa o relatório. 

Nesse sentido, o País importou US$ 2,8 bilhões de produtos alimentícios intermediários em 2018. “No mesmo ano, a União Européia e o Mercosul responderam por 31 e 27%, respectivamente, do mercado brasileiro de importação de produtos intermediários. Embora os membros do Mercosul se beneficiem de um acordo isento de impostos, a UE aumentou sua participação de mercado em 2018, tornando-se o maior exportador por bloco econômico”, conclui. 


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