Infocafé de 28/07/20
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N.Y. finalizou a terça-feira em baixa
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N.Y. finalizou a terça-feira em baixa, a posição setembro oscilou entre a máxima de +0,95 pontos e mínima de -2,05 fechando com -0,75 pts.

A moeda norte-americana recuou 0,02%, vendida a R$ 5,1567. Segundo Filipe Villegas, estrategista da Genial Investimentos, a terça-feira foi marcada por "um pouquinho mais do mesmo", com os investidores "conservadores" antes da decisão de quarta-feira do banco central norte-americano, enquanto também aguardam decisão sobre um pacote de auxílio contra o coronavírus nos Estados Unidos. Em sua reunião de dois dias, que começa nesta terça, o Federal Reserve deve reafirmar sua política superexpansionista, mantendo os juros por enquanto mas abrindo espaço para maior flexibilização no futuro.

De acordo com Villegas, a expectativa de manutenção dos juros nos Estados Unidos é o que explica a desvalorização do dólar frente outras moedas nas últimas semanas. Além do Fed, no radar dos investidores estava a notícia de que senadores republicanos dos Estados Unidos propuseram na segunda-feira um pacote de US$ 1 trilhão para o combate ao coronavírus que foi acertado com a Casa Branca, encaminhando conversas com os democratas.

Um pacote anterior de combate aos efeitos da pandemia expira este mês, e divergências entre os políticos norte-americanos sobre os termos e valor do novo auxílio levantavam temores sobre a saúde da economia norte-americana, principalmente em meio à alta nos casos de coronavírus nos Estados Unidos. Sidnei Nehme, diretor-executivo da NGO Corretora, disse em nota que "o nosso real (..) está sem grande influência interna, visto que a reforma tributária não empolgou como se esperava de imediato, e assim fica à mercê do comportamento da moeda norte-americana no mercado global". "No nosso mercado de câmbio a influência local é tão somente a volatilidade, que poderá se agravar se efetivamente o Copom" reduzir ainda mais a Selic, "já que há sinais consideráveis de que o juro baixo é o fomentador deste movimento. "A redução dos juros a mínimas históricas tem afetado rendimentos locais atrelados à Selic, o que prejudica a entrada de investimento estrangeiro no Brasil e, consequentemente, afeta o fluxo cambial.


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