Inovação revoluciona agronegócio africano

TECNOLOGIA

Inovação revoluciona agronegócio africano

Segundo um texto publicado no portal elpais.com, existe uma grande contradição em relação à produção agrícola do continente Africano
Por: -Leonardo Gottems
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A inovação tecnológica está revolucionando o agronegócio africano, que possui mais de 60% da terra arável não cultivada do mundo, mais 10% dos recursos de água doce. De acordo com o último relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) o setor representa mais da metade dos empregos na região subsaariana. 

Segundo um texto publicado no portal elpais.com, existe uma grande contradição em relação à produção agrícola do continente Africano. E os motivos para isso são os efeitos devastadores das alterações climáticas, grandes extensões de terra fértil, variedades de sementes não utilizados, sistemas de baixo desempenho, irrigação ineficiente, alto custo de fertilizantes, a falta ou inadequação de armazenamento, elevados custos de transporte e infraestrutura deficiente para distribuição, entre outros. 

Nesse cenário, inovações tecnológicas o “Olá Trator”, que é um aplicativo que funciona de forma em que permite que os agricultores que não podem comprar máquinas para trabalhar sua terra, alugar tratores através de seus smartphones. Em menos de quatro anos, mais de 250.000 clientes da empresa se beneficiaram desse sistema. Seu fundador, o americano Jehiel Oliver, diz: que “isso permite que eles plantem 40 vezes mais rápido a um terço do custo". 

Outro lançamento é um refrigerador movido a energia solar para pequenos produtores de leite, que os ajuda a manter seus produtos lácteos frescos e reduzir sua deterioração. Devido à limitada eletrificação nas áreas rurais, 85% das 800.000 fazendas leiteiras do Quênia não têm acesso ao armazenamento e transporte refrigerados. 

Uma tecnologia que vem ganhando bastante destaque na África é o sistema de irrigação solar inteligente, que foi criado pelo Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT) e pelo Centro de Otimização da Pesquisa Agrícola Inteligente (SAROS). Esse sistema é baseado na irrigação inteligente com Internet, combinando sensores de água automatizado com análise de dados na nuvem para melhorar o rendimento das culturas e reduzir o uso da água.

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