Inovação será centro de debates do Congresso Internacional de Citros em setembro

Agronegócio

Inovação será centro de debates do Congresso Internacional de Citros em setembro

O Fundecitrus atua nessas linhas de pesquisa desde 1996
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A busca por inovação e soluções mais eficazes e sustentáveis para o controle das doenças e pragas da citricultura será discutida no Congresso Internacional de Citros (ICC), que ocorre de 18 a 23 de setembro, em Foz do Iguaçu/PR. Workshops e palestras irão abordar estratégias eficazes para manter a sanidade do pomar como o uso de feromônios sexuais e o controle biológico, medidas bem-sucedidas e com menor impacto ambiental.

De acordo com Ademerval Garcia, ex-presidente do Fundecitrus e que faz parte da comissão de honra do ICC, os vários workshops são uma oportunidade para a troca de informações e experiências sobre tópicos de interesse dos vários públicos presentes no Congresso. “O tema principal, da Inovação, é muito oportuno porque a importância de fatores exógenos, como ambiente e sustentabilidade estão a exigir novos conhecimentos e nova postura da atividade”, diz.

O Fundecitrus atua nessas linhas de pesquisa desde 1996, quando começou a participar dos estudos com o bicho furão que resultou na descoberta dos hábitos do inseto, seu ciclo de vida e no isolamento de seu feromônio sexual. Esforços que culminaram em uma armadilha, disponível para o citricultor desde 2001, de baixo custo e alta eficiência no monitoramento para o controle de bicho furão.

Quando a larva minadora começou a trazer sérios problemas devido ao impacto na severidade do cancro cítrico, no final da década de 90, o Fundecitrus iniciou estudos quanto à viabilidade de importar dos EUA seu inimigo natural, e em meados de 1998 chegava ao Brasil o primeiro lote da vespinha Ageniaspis citricola, parasitóide da larva minadora.

 Mais recentemente, em março de 2015, o Fundecitrus iniciou o seu maior projeto na área, com a inauguração do laboratório de Controle Biológico, em Araraquara/SP, onde funciona uma biofábrica de criação de Tamarixia radiata, com produção média de 100 mil vespinhas por mês, que são liberadas em locais onde não há controle químico de psilídeo, inseto transmissor de HLB.

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