InpEV contabiliza retirada de 4,4 mil ton de embalagens vazias de defensivos do meio ambiente
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Agronegócio

InpEV contabiliza retirada de 4,4 mil ton de embalagens vazias de defensivos do meio ambiente

Por: -Admin

O Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV) contabiliza um volume de 4,419 mil toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas retiradas do meio ambiente. Até o final de 2003, a entidade tem como meta retirar um total de 9,5 mil toneladas de recipientes vazios descartados pelos agricultores em todo o Brasil.

O Instituto, criado há uma ano e mantido pela indústria produtora de fitossanitários, estabeleceu um modelo inédito em todo o mundo para assegurar agilidade e segurança ao sistema de retirada e correta destinação final dessas embalagens. Do volume retirado ao longo deste primeiro ano, aproximadamente 92% (embalagens lavadas pelos agricultores) foram encaminhados às empresas cadastradas pelo Instituto para reciclagem e o restante foi destinado à incineração, também feita por empresas autorizadas. Atualmente, com 46 associados mantenedores, o InpEV tem investimento previsto da ordem de US$ 25 milhões até 2006, informa o presidente da entidade, João César Rando.

De acordo com a avaliação do presidente, o balanço desse primeiro ano aponta resultados expressivos: “Criado para tratar da questão das embalagens vazias de produtos fitossanitários de forma autônoma, pró-ativa, eficiente e com uma estrutura especializada, o InpEV trabalhou intensamente para se tornar um interlocutor legítimo junto à sociedade brasileira. Os resultados obtidos até agora apontam um balanço positivo que contou com a união de todos os elos da cadeia produtiva agronegócio em torno do objetivo comum: implantar um sistema ágil e eficiente de processamento de embalagens vazias de defensivos agrícolas”, destaca.

Esse esforço reflete a importância social e ambiental do projeto e os primeiros resultados de um trabalho coordenado pelo InpEV para integrar todos os segmentos da sociedade envolvidos na cadeia do agronegócio, avalia Rando. O Instituto veio ampliar e reforçar a atuação da indústria de fitossanitários nas áreas social e ambiental, e seu projeto foi desenhado para abranger de modo integrado todas as diretrizes de segurança, de defesa do meio ambiente e de preservação da saúde humana que já vinham sendo implementadas pelo setor no Brasil ao longo dos últimos 10 anos.

Esse trabalho ganhou nova dimensão com a criação formal do InpEV, com a atuação focada na retirada das embalagens vazias e em seu processamento, dentro de rigorosos critérios de segurança ambiental e defesa da saúde humana.


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