Itens agrícolas puxam inflação de commodities em setembro, diz BC

Agronegócio

Itens agrícolas puxam inflação de commodities em setembro, diz BC

Índice de Commodities do BC teve alta de 1,01% em setembro
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Após cinco meses de queda, o Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br) teve alta de 1,01% em setembro, puxado pelos itens agrícolas, segundo divulgou ontem a autoridade monetária. Essa influência das matérias-primas do campo foi a mesma que levou o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, o índice oficial de inflação) a subir 0,57% no mês passado.

Com essa elevação, o índice de commodities do Banco Central passou de 138,44 pontos para 139,83 pontos entre agosto e setembro. Apesar dessa alta mensal, no trimestre de julho a setembro, o indicador ainda está em queda de 2,19%. No acumulado do ano até setembro, a queda chega a 1,31%. Quando observada em um período de 12 meses, é possível verificar que essa inflação dos itens básicos voltou a subir e, agora, registra alta de 1,14%

Ainda que o IC-Br tenha invertido a tendência no mês passado, a disparada vista no Brasil está menor do que registrado no mercado externo. Para efeitos de comparação, o mesmo indicador internacional de commodities (CRB) teve alta de 1,65% de agosto para setembro. No trimestre encerrado no mês passado, a elevação é de 0,88% - no ano, chega a 3,71%.

No caso brasileiro, de acordo com os dados divulgados pelo Banco Central, o maior vilão de alta foi o conjunto de preços agropecuários. Apenas em setembro, houve avanço de itens como carne bovina, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne suína, entre outros. Juntos, subiram 1,98% no período e 1,10% em 12 meses.

Metais - Já os grupos de commodities metálicas e energia atenuaram essa disparada. O preço de metais, entre eles alumínio e minério de ferro, teve queda de 0,79% no mês, mostra o cálculo feito pelo Banco Central. Em 12 meses, no entanto, a tendência ainda é de alta (3,51%).

O grupo energia registrou queda de 1,72% na comparação mensal e de 1,06% em 12 meses. Nesse segmento, estão incluídos preços de petróleo, gás natural e carvão.

De abril a agosto, foram cinco meses de queda do IC-Br em relação ao mês anterior. Em abril, a baixa foi de 2,53% e, em maio, de 1,96%. Em junho, o Banco Central registrou deflação de 1,51% e, em julho, de 1,85%. Em agosto, a queda ficou em 1,34%. 
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