Laboratórios de Classificação de Algodão da BM&FBOVESPA iniciam novos trabalhos

Agronegócio

Laboratórios de Classificação de Algodão da BM&FBOVESPA iniciam novos trabalhos

Com a nova safra de algodão brasileira iniciada no segundo semestre de 2009, começa mais um ciclo de trabalho dos Laboratórios de Classificação de Algodão da BM&FBOVESPA
Por: -Janice
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Com a nova safra de algodão brasileira iniciada no segundo semestre de 2009, começa mais um ciclo de trabalho dos Laboratórios de Classificação de Algodão da BM&FBOVESPA. Sediados em São Paulo (SP), Sorriso (MT) e Rondonópolis (MT), os laboratórios fazem tanto os serviços de classificação visual, quanto das características de finura, maturidade, resistência e comprimento das fibras por máquinas chamadas de HVI – High Volume Instrument.

O selo de classificação dos laboratórios da Bolsa é cada vez mais procurado por tradings e indústrias nacionais por agregar valor ao produto e por ser reconhecido internacionalmente. A BM&FBOVESPA participa da definição dos padrões universais do algodão sob a liderança do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e é membro do Comitê para Cooperação Internacional entre as Associações de Algodão (CICCA). Em 2008, foram classificadas 1,4 milhão de amostras ou 18% da safra brasileira de algodão nos laboratórios da BM&FBOVESPA.

Um dos compromissos da Bolsa é seguir rigorosamente as normas do USDA e do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil. Em julho, o Laboratório de Classificação da BM&FBOVESPA recebeu do USDA as mais recentes amostras com os padrões de classificação universais que vão reger a comercialização internacional em 2009/2010.

Além disso, todos os laboratórios da Bolsa contam com tecnologia de última geração no controle de umidade e de temperatura e na análise de fibras, com equipamentos HVI. Durante o período de safra, a BM&FBOVESPA garante a devolução do resultado em até 72 horas e, para isso, trabalha em três turnos, 24 horas por dia, incluindo os finais de semana.

A classificação de algodão da BM&FBOVESPA começou em 1930 na antiga Bolsa de Mercadorias de São Paulo. Mais de 90%, dos classificadores de algodão do Brasil foram formados na Bolsa que é a única instituição habilitada pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento para treinar e certificar classificadores. A capacitação dos classificadores é realizada nos próprios laboratórios da Bolsa.

Laboratórios de Classificação da BM&FBOVESPA
Classificação de Café e Algodão
Rua Urutagua, 209 – Vila Carioca – Ipiranga – São Paulo – SP
Responsável: Arildo Pereira Lima

Classificação de Algodão
Rua Teixeira dos Santos, 1559, Parque Universitário – Rondonópolis – MT
Responsável: Almir Roberto Bispo Varjão

Classificação de Algodão
Rua Alta Floresta, 20, quadra 3, lotes 5 e 6 – Sorriso – MT
Responsável: Ana Arnaut

As informações são da assessoria de imprensa da BM&FBOVESPA S.A.

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