Lagartas atacam pastagens e caso preocupa agricultores catarinenses
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Agronegócio

Lagartas atacam pastagens e caso preocupa agricultores catarinenses

Lagarta está causando grandes prejuízos agora nas pastagens
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Lagarta semelhante a do cartucho está causando grandes prejuízos agora nas pastagens, como gramíneas, aveias e até capim pioneiro

Os crescentes prejuízos registrados nos últimos dias nas pastagens devido à incidência de lagartas motivou a Associação dos Sindicatos das Três Fronteiras a marcar, com certa urgência, uma discussão para buscar solucionar o problema, que está causando grandes prejuízos à região extremo oeste.


O seminário acontecerá na próxima sexta-feira, dia 11, a partir das 13h30, no Salão Paroquial, em São Miguel do Oeste. Conforme o presidente da associação, o sindicalista Joel de Moura, o problema vem se agravando, porém agora ocorreu um descontrole total da praga. “Não sabemos se ocorreu a infestação de lagartas por causa do clima ou se elas estão mais resistentes”, afirma.


Moura informa que em algumas propriedades da região as lavouras foram totalmente destruídas pela lagarta e os agricultores não sabem mais o que fazer. “Queremos informações técnicas de como combater a praga, se é quando ela aparece, se o mais adequado é usar inseticidas ou outra forma”, diz.


A discussão terá palestrantes da Epagri e do Ministério da Agricultura. Podem participar agricultores, lideranças cooperativistas, sindicatos, representantes de casas agropecuárias, entre outros. Moura explicou que o seminário buscará sensibilizar a todos, pois se a praga continuar, certamente a região enfrentará um grande problema social, econômico e ambiental. “Queremos dados técnicos e saber se é questão de manejo, se a lagarta está criando resistência. Elas devoram tudo, desde gramíneas, aveia verão, inverno, capim pioneiro. Mais de 80 propriedades já têm este problema”, informa Joel de Moura.

Saiba

Segundo Joel de Moura, aqui no extremo oeste, algumas propriedades estão infestadas e em um metro quadrado são encontradas entre 200 e 300 lagartas. “O que elas acharem na frente elas comem. São como gafanhotos”, afirma o sindicalista.

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