Linha de vacinas Ourovac: proteção para o rebanho e praticidade no manejo

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Linha de vacinas Ourovac: proteção para o rebanho e praticidade no manejo

Soluções da Ourofino Saúde Animal agem contra as principais doenças das fazendas
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Soluções da Ourofino Saúde Animal agem contra as principais doenças das fazendas
 
Os problemas sanitários nos rebanhos não são poucos e podem atrapalhar a produtividade, comprometendo a rentabilidade dos negócios. Na pecuária moderna, o criador que busca uma atividade sustentável, em que o lucro está associado ao bem-estar animal, aposta na prevenção. Por isso, a Ourofino Saúde Animal oferece ao mercado as vacinas da linha Ourovac, que atuam no combate de doenças de grande impacto econômico e social.
 
“Criar um calendário de imunização na propriedade é tarefa indispensável para proteger o rebanho de futuras enfermidades. A única vacina obrigatória é contra a Febre Aftosa, porém, existem outras doenças que afetam as fazendas de maneira agressiva”, afirma Marcus Buso, gerente de produtos da Ourofino Saúde Animal.
 
As vacinas Ourovac têm um importante diferencial: podem ser administradas juntas, o que otimiza o manejo, evita estresse aos animais, faz o produtor ganhar tempo e facilita o trabalho da mão de obra na propriedade. “É fundamental a ajuda do médico-veterinário, que deve acompanhar toda a aplicação e, ainda,  desenvolver um calendário de acordo com o perfil do local”, completa Buso.
 
Acompanhe abaixo as doenças que mais afetam os animais e, consequentemente, as vacinas que não podem faltar no check-list da fazenda.
 
Clostridioses 
Um dos grandes desafios sanitários da pecuária nacional continua sendo as clostridioses, grupo de doenças de alta incidência, causadas por bactérias do gênero Clostridium, que podem levar os animais a morte. “Estima-se que cerca de 500 mil animais morram, anualmente, no Brasil em decorrência das clostridioses. Isso representa perda de mais de R$ 1 bilhão para a pecuária nacional”, diz Buso.
 
Essas bactérias estão presentes no ambiente das fazendas e a contaminação acontece por meio da ingestão de água ou alimentos infectados. Uma vez no organismo, elas liberam toxinas que causam doenças como tétano, botulismo e gangrena gasosa, entre tantas outras.
 
Contra as clostridioses, a Ourofino desenvolveu as vacinas Ourovac 10 TH e Ourovac Poli BT, que protegem bovinos e ovinos de todas as formas desse grupo.
 
A Ourovac 10 TH previne todos os tipos, como Tétano, Manqueira, Morte Súbita e Hemoglobinúria Bacilar. Já a Ourovac Poli BT é um polivalente que protege também contra o Botulismo, e deve ser aplicada em rebanhos que precisam de mais uma cobertura de prevenção.
 
Segundo o gerente de produtos da empresa, as vacinas não causam reações e devem ser utilizadas em todo o rebanho, incluindo vacas prenhes e bezerros. “Duas vezes por ano animais entre dois e vinte e quatro meses de idade devem ser vacinados contra as clostridioses”.
 
Febre Aftosa 
Para a prevenção da febre aftosa, a Ourofino trabalha com a Ourovac Aftosa. A doença, altamente contagiosa, pode gerar prejuízos para todo o rebanho nacional, por isso a vacinação é classificada como de Notificação Obrigatória pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
 
Os animais contaminados têm febre alta de até 41°C, anorexia, depressão, aparecimento de vesículas (bolhas) dolorosas nos lábios, gengiva, narinas, cascos e úbere, queda de produção leiteira, salivação e claudicação, podendo ocasionar a morte súbita.
 
A vacina Ourovac é destinada a bovinos e bubalinos, e deve ser aplicada por via subcutânea ou intramuscular na região da tábua do pescoço. A dose é de 5 ml por animal, de acordo com o calendário oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Para garantir a eficácia, o armazenamento da vacina deve ser feito em temperatura entre 2°C e 8°C. Também é recomendado que a agulha seja substituída por outra limpa e esterilizada a cada dez animais vacinados.
 
Raiva 
Outra doença que deve ser prevenida no rebanho é a raiva, causada pela mordida dos morcegos hematófagos Desmodus rotundus. Após a contaminação, o vírus penetra o tecido, segue até as terminações nervosas periféricas e chega ao sistema nervoso central, provocando lesões degenerativas em órgãos importantes como o cérebro.
 
O controle da doença no Brasil é feito com a vacinação sistemática e pela contenção dos morcegos transmissores. Nesse cenário, a Ourovac Raiva é a aliada do produtor contra a doença. A vacina é comercializada em frascos de 50 ml e de 100 ml e a dose recomendada para cada animal é de 2 ml por aplicação. A primeira dose é dada quando o bezerro, a novilha ou os potros completam três meses de vida e o reforço deve acontecer após 30 dias. É preciso reaplicar a vacina anualmente.
 
De acordo com o especialista técnico Marcel Onizuka, “a injeção é fácil e deve ser subcutânea ou intramuscular. É só agitar o frasco, verificar a dosagem na pistola e vacinar o rebanho. A vacina deve ser mantida em temperatura de 2ºC a 8ºC e ao abrigo da luz solar”, explica.
 
Informações completas no portal http://www.ourofinosaudeanimal.com/.

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