Live do Leite Seguro trata das tecnologias da Embrapa para o setor
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Imagem: Pixabay
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Live do Leite Seguro trata das tecnologias da Embrapa para o setor

O evento online integra uma série de cinco “lives”, que apresentam o projeto e todas as suas fases
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O Programa Leite Seguro Online, uma realização da Embrapa Clima Temperado e do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul (LFDA/RS), agenda seu quarto encontro virtual para esta sexta-feira, dia 20 de novembro, a partir das 14h. O evento online integra uma série de cinco “lives”, que apresentam o projeto e todas as suas fases. Esta edição focará as inovações para cadeia leiteira e as tecnologias desenvolvidas pela Embrapa para o setor. A transmissão será ao vivo pelo canal da Embrapa no YouTube.

Três temas em foco

Durante este encontro, o Programa Leite Seguro planejou abordar três pontos críticos para os produtores de leite nos sistemas de produção: controlar os vazios forrageiros, prevenir o rebanho leiteiro de doenças e produzir um leite de qualidade. Na “live” da próxima sexta-feira serão  apresentadas algumas soluções tecnológicas, como a adoção de estratégias de manejo, que estão auxiliando muitos produtores a alcançarem resultados positivos.

O Planejamento Forrageiro

O Planejamento Forrageiro é uma tecnologia que visa reduzir os vazios forrageiros que ocorrem pela variação de oferta de pastagens ao gado leiteiro durante o ano. Há falta de pasto em algumas épocas do ano (outono e primavera), e sobra do mesmo em outras épocas. Para eliminar este problema é importante o produtor ter um bom planejamento forrageiro. “Por muitos anos o produtor tinha dificuldades de fazer um planejamento do plantio de forragens, devido à falta de opções no mercado. Além disso, a qualidade das sementes era baixa, o que, muitas vezes, frustrava a expectativa de produção de forragem. Para auxiliar o setor produtivo, a Embrapa tem incentivado a adotar o planejamento forrageiro. Esse planejamento é possível graças às diversas opções de forrageiras disponíveis no mercado, anuais e perenes que podem ser adotadas de acordo com as características dos sistemas de produção de carne e leite em cada região”, diz o engenheiro agrícola Sérgio Bender.

Biosseguridade para prevenção de doenças

Outro assunto a ser tratado será a apresentação de estratégias de manejo do rebanho para evitar ou prevenir doenças no rebanho leiteiro e como o produtor deve conduzir seu sistema de produção. A adoção de boas práticas de manejo, como a divisão de lotes de animais de acordo com a faixa etária e condição fisiológica, isolamento da área onde os animais permanecem com áreas vizinhas, uso individual de material veterinário adequadamente esterilizado, são medidas de prevenção de enfermidades e consequentes prejuízos econômicos. “Vamos apresentar estratégias básicas, como programas de controle do histórico reprodutivo, manifestações clínicas e prevalências das enfermidades nos rebanhos como medidas na prevenção e controle das enfermidades”, destacou a pesquisadora Lígia Pegoraro.

Orientações sobre LINA

Um outro ponto a ser apresentado será quanto a alteração na qualidade do leite com a presença do Leite Instável Não-Ácido, o LINA. O LINA é um desequilíbrio no sistema de produção, causado por deficiência no manejo nutricional, fatores intrínsecos ao animal e fatores ambientais. “O diagnóstico do LINA, o conhecimento dos fatores etiológicos e as estratégias de prevenção são fundamentais para que o produtor evite a condenação do produto, e produza um leite de qualidade”, destacou a pesquisadora Maira Zanela.
 


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