Mais de 100 pessoas participam de Dia de Campo sobre ILPF na Embrapa

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Mais de 100 pessoas participam de Dia de Campo sobre ILPF na Embrapa

Mais de 100 pessoas conheceram na prática modelos de Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta implantados no centro de pesquisa
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Produtores, técnicos e estudantes participaram, no sábado (14), de um Dia de Campo sobre sistemas integrados na Embrapa Pecuária Sudeste. Mais de 100 pessoas conheceram na prática modelos de Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) implantados no centro de pesquisa.

O objetivo, segundo o coordenador do evento, Hélio Omote, foi sensibilizar para o potencial da integração como alternativa sustentável de produção e para diversificação da renda.
Os participantes passaram por cinco estações com temas variados: fertilidade do solo, leite carbono neutro, consórcio de guandu com pastagem, qualidade de silagem e indicadores de conforto térmico animal em pastagens arborizadas.

O produtor Emerson Crepaldi, de Bauru, fez integração lavoura-pecuária (ILP) em 12 hectares de sua propriedade em 2017. Neste ano, ele vai introduzir eucaliptos e aumentar a área para 46 hectares, transformando o sistema em ILPF.
 
De acordo com Crepaldi, a integração foi uma alternativa ao modelo tradicional para aumentar a produtividade na fazenda. O produtor conta que com a implantação da ILP ele já viu diferença na propriedade, pastagens com melhor qualidade e alimento para o gado no inverno com o plantio da cultura de milho. Até 2020, ele pretende fazer integração lavoura-pecuária-floresta na área total da fazenda, que é de 150 hectares.

O técnico José Luiz de Oliveira, de Uberaba (MG), participou do Dia de Campo porque queria ver a aplicação da tecnologia na prática e tirar dúvidas de como conduzir projetos voltados para integração nas fazendas atendidas por ele. Oliveira realiza consultoria técnica para 23 produtores de leite e quer orientá-los na diversificação das propriedades para melhorar a renda e diminuir os riscos financeiros de uma única atividade.

Para Omote, a realização de Dias de Campo tem contribuído para o intercâmbio de conhecimentos entre produtor, técnico e pesquisadores, ampliando a adoção desses modelos mais produtivos e sustentáveis.

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