Mais dinheiro para a lavoura

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Mais dinheiro para a lavoura

Monsanto oferece aos clientes algumas opções para que continue desempenhando com êxito suas atividades
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Para ajudar o produtor a manter o ritmo de investimentos mesmo em uma situação em que está mais difícil conseguir crédito, a Monsanto oferece aos clientes algumas opções para que continue desempenhando com êxito suas atividades. Entre as alternativas, está o fornecimento de produtos pela empresa para pagamento a prazo e parcelado no momento da colheita, e o financiamento por meio do crédito rural. “Nesse segundo caso, a Monsanto é intermediária, apresentando o agricultor à instituição financeira e avalizando o crédito do cliente. Para o produtor, a vantagem desse financiamento é a taxa de juros mais baixa”, explica o diretor financeiro da companhia, Alfredo Benito.

Outra opção de financiamento em que a Monsanto atua como intermediária é o vendor, na qual o produtor recebe valores à vista do banco para pagar a prazo.

Trocas vantajosas

Uma opção de pagamento que se popularizou na última década, principalmente no Centro-Oeste, é o barter, transação comercial em que a Monsanto troca seus produtos por grãos. De acordo com Benito, o barter é positivo para as partes envolvidas no processo: agricultores, que precisam de recursos para produzir mais e expandir os negócios; empresas de insumo, que mantêm o risco do negócio em um nível razoável e fidelizam seus clientes; e traders ou processadores de alimentos, que têm garantia de suprimentos;. “Como nossa empresa não vende grãos, usamos um parceiro que tem como core business compra de grãos, no caso traders e processadores. O agricultor que adquire as sementes da Monsanto já assina um contrato de venda futura de grãos para os traders, que farão o pagamento à Monsanto. A vantagem para o produtor é que, por já ter contrato de venda na época do cultivo, ele tem um seguro contra variação de preços.”

Elestor Alderecht, gerente comercial da Cooperativa Regional Auriverde, de Cunha Porã (SC), já conhecia a operação e assinou contrato de barter com a Monsanto este ano. Ele conta que foi procurado por um RTV (representante técnico de vendas) da empresa e que, depois de algumas simulações, chegou à conclusão de que seria um procedimento viável. “Com o barter, o preço da soja foi valorizado. É a melhor opção para mim”, avalia.

Na Monsanto, as operações de troca são mais comuns para soja e milho, mas a companhia pode fazer negócio para qualquer tipo de grão que tenha mercado futuro. “Atualmente, a atividade existe na Argentina e no Brasil, mas vamos exportar a ideia para o México, África do Sul e países do Leste Europeu. O barter preenche bem a lacuna da falta de crédito para o produtor”, afirma Benito.

O diretor financeiro lembra que a empresa tem soluções para atender qualquer perfil dos clientes. “Nossos RTVs estão treinados para orientar os agricultores sobre a melhor forma de conseguir recursos para sua produção.”


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