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Na Bolsa de Chicago, a soja em grão reverteu, em parte, o quadro de perdas e operou em ligeira alta
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Por Gilda M. Bozza -Economista DTE/FAEP
 
Na Bolsa de Chicago, a soja em grão reverteu, em parte, o quadro de perdas e operou em ligeira alta. Durante parte do pregão, as altas foram significativas mas, ao longo do período prevaleceram os fatores técnicos. A colheita do grão prossegue acelerada e alcança 71% da área estimada.

Os contratos de soja para o primeiro vencimento, novembro/12, fecharam cotados a US$ 32,93 por saca, correspondente a R$ 67,01 por saca. Para março/13, o apontamento foi de US$ 32,38 por saca, equivalente a R$ 65,89 por saca.

No mercado do milho, o dia começou em alta mas ao longo do pregão operou com preços mais baixos. A maior oferta do grão somada à menor demanda pressionaram os preços. A colheita nos Estados Unidos soma 79% da área prevista.

Os contratos de milho para dezembro foram negociados a US$ 17,43 por saca, correspondente a R$ 35,48 por saca. Para março/13 o referencial foi de US$ 17,43 por saca, correspondente a R$ 35,48 por saca.

No mercado doméstico, os preços da soja são nominais, sem interesse vendedor. O produtor capitalizado não tem pressa de comercializar. O plantio no Paraná atinge 19% da área estimada. Preço médio estadual de R$ 66,82 por saca. Para o milho, o preço médio levantado pela SEAB foi de R$ 24,64 por saca e para o trigo, preço médio de R$ 33,41 por saca.

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