Mercado do suíno segue a espera de uma resposta da Rússia e de um aumento no consumo


Agronegócio

Mercado do suíno segue a espera de uma resposta da Rússia e de um aumento no consumo

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O mercado do suíno abre a semana sem registro de qualquer novidade que possa alterar seu rumo. Ainda não há nenhuma resposta da Rússia quanto à retomada das exportações de carne suína de Santa Catarina, o que continua deixando o mercado com carne excedente sendo desovada em outras praças, pressionando os preços, já que o aumento de consumo esperado pela virada do mês e pelo final das férias escolares ainda não aconteceu.

Além disso, notícia publica pelo jornal norte-americano The New York Times dá conta de que o ministro da agricultura da Rússia, Alexei Gordeyev, disse na última quarta-feira (29) que a partir de maio o governo vai mesmo impor quotas sobre a carne estrangeira, para reduzir pelo menos em um terço o total de importações do País.

Se isso realmente acontecer, o mercado brasileiro de carne suína será atingido em cheio, visto que tem neste mercado um grande consumidor de produtos produzidos no País.

Por enquanto ainda não há nada de oficial. O que resta a este mercado é esperar que o consumo realmente dê uma aquecida neste início de mês, podendo até trazer uma pressão mais positiva aos preços, já que mesmo com aumento de produto no mercado interno, o volume de carne em circulação não é considerado exagerado no momento.

Relatório da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS) indica que a praça de São Paulo registrou volume razoável de vendas de carcaças "in natura" na última semana (dia 28), mantendo os preços praticamente inalterados. Na média, a carcaça do tipo especial foi negociada entre R$ 2,60 e R$ 2,70 por quilo no atacado e de R$ 2,75 a R$ 2,85 por quilo na distribuição, apesar do apontamento de fechamentos isolados em condições diferenciadas.

No mercado físico, as ofertas continuam se dando em volumes suficientes para que os frigoríficos formem suas escalas pagando o cevado também a preços estáveis, entre R$ 32,00 e R$ 33,00 por arroba Cif frigorífico em São Paulo.


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