Febre aftosa

Meta de MS é imunizar 8 milhões de animais contra febre aftosa na 2ª etapa de vacinação

As vacinas devem ser aplicadas de 1º a 30 de novembro nas regiões de Fronteira e Planalto
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A meta é vacinar cerca de 8 milhões de bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade 2ª etapa de vacinação contra febre aftosa, nas regiões do Planalto e de Fronteira e na região do Pantanal, de mamando a caducando, do rebanho de produtores que optaram pela vacinação só em novembro. 

As vacinas devem ser aplicadas de 1º a 30 de novembro nas regiões de Fronteira e Planalto e o registro deve ser realizado até dia 15 de dezembro. Na região do Pantanal as vacinas devem ser aplicadas até 15 de dezembro e o registro deve ser realizado até 30 de dezembro.

Nas três regiões, o registro da vacinação deve ser realizado diretamente pelo produtor no site da Iagro ou em casos específicos, e a critério da Iagro, em seus escritórios locais.

O diretor-presidente da Iagro, Luciano Chiochetta lembra que os pecuaristas devem aproveitar o manejo para vacinar as fêmeas de três a oito meses contra a brucelose e que maiores informações podem ser obtidas no “disk aftosa”: 0800-67-9120.

Serviço de Defesa em MS
Mato Grosso do Sul tem se mantido entre os três estados com melhor percentual de cobertura vacinal do País e é destaque nacional pela excelência do serviço oficial de defesa agropecuária. Desde a incidência da doença há 11 anos no Estado, os bons resultados obtidos nas campanhas contra a febre aftosa, vem se repetindo.

Aliada ao cumprimento de compromissos como a identificação individual de todo rebanho da fronteira e ações permanentes de vigilância, a excelência vacinal contribuiu significativamente para a liberação das exportações de carne bovina in natura da região de Fronteira, para a União Europeia e adesão de MS ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA).

De acordo com a Iagro, as medidas que ajudam a ampliar a competitividade da carne produzida no Estado que conta, atualmente, com fiscalização móvel, postos fixos, ações de vigilância nas propriedades, cadastro georreferenciado de todas as propriedades de fronteira e intensa fiscalização durante o período de aplicação da vacina.
 

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