Minas mantém posto de maior produtor de leite do Brasil, segundo IBGE

Agronegócio

Minas mantém posto de maior produtor de leite do Brasil, segundo IBGE

Estado é responsável por cerca de 27% da produção leiteira nacional
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Levantamento aponta que o estado mineiro é responsável por cerca de 27% da produção leiteira nacional, que cresceu 4,5%

Segundo dados da Pesquisa de Produção Pecuária Municipal, divulgada na quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano passado, foram produzidos 32,1 bilhões de litros de leite em todo o Brasil. Entre 2010 e 2011, a produção nacional cresceu 4,5%. No balanço total, Minas concentrou a maior parte da produção do país (27,3%) e também o maior número de vacas ordenhadas.


Em seguida, as produções de maior expressão são do Rio Grande do Sul (12,1%), Paraná (11,9%) e Goiás (10,9%). "O estudo consolida a importância estratégica do Estado na produção de proteína de origem animal, atendendo ao crescente consumo per capita", analisa o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento. Patos de Minas, no Alto Paranaíba, mereceu uma menção especial por estar entre os três maiores produtores do país.

Estímulo à produção leiteira


Uma das iniciativas que propiciam o desenvolvimento do setor leiteiro no estado é o Minas Leite. Coordenado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e executado Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), o programa visa modernizar toda a cadeia produtiva do leite no Estado, gerando aumento de produtividade e renda.


A Emater assiste atualmente, por meio do programa, a 1.131 propriedades dedicadas à produção de leite. A meta para 2012 é levar as boas práticas de produção a 1.150 fazendas.

Com o suporte do Minas Leite, os produtores familiares recebem orientações dos técnicos da Emater-MG para conduzir suas propriedades leiteiras de forma mais eficiente, utilizando os recursos disponíveis. Administração da propriedade, cuidados com a saúde dos animais e a adequação da alimentação preservação do meio ambiente estão entre os temas abordados.

A Emater assiste atualmente, por meio do programa, a 1.131 propriedades dedicadas à produção de leite. A meta para 2012 é levar as boas práticas de produção a 1.150 fazendas.

Com o suporte do Minas Leite, os produtores familiares recebem orientações dos técnicos da Emater-MG para conduzir suas propriedades leiteiras de forma mais eficiente, utilizando os recursos disponíveis. Administração da propriedade, cuidados com a saúde dos animais e a adequação da alimentação preservação do meio ambiente estão entre os temas abordados.


Bons ventos para a pecuária


Ainda de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (18) pelo IBGE, entre 2010 e 2011 o rebanho de bovinos aumentou 1,6% no Brasil e chegou a 212,8 milhões de cabeças. Depois de Mato Grosso (13,8%), Minas Gerais é o estado com o maior efetivo de bois no país (11,2%). A produção interna do Estado avançou 14,1% neste segmento. O resultado coloca Minas em posição de destaque na região sudeste, afirma o estudo.

O número de galinhas, galos e frangos criados no país chegou a 1,27 bilhão em 2011, aumento de 2,2% em relação ao ano anterior. Em Minas, o abate de frango registrou o terceiro maior crescimento (13,5%) nesse período.

Segundo o IBGE, a produção de ovos teve acréscimo de 4,5% no comparativo com o ano passado. Minas Gerais segue como o terceiro maior produtor nacional de ovos (10.8%), atrás apenas de São Paulo e Paraná. Entre os municípios, Itanhandu, no Sul de Minas, é destacado pelo estudo como um grande polo produtor.


O IBGE cita também que o estado mineiro abateu cerca de 45 mil unidades de suínos a mais, crescimento de 3%, em 2011, ante avanço de 0,9% no cenário nacional.

“Os dados do IBGE confirmam a diversidade da produção pecuária em Minas Gerais, desde carnes (bovina, suína e de frango) à leite e ovos. Isso permite aos produtores a ocupação de diferentes regiões do Estado, aproveitando as características favoráveis de cada uma para o desenvolvimento das atividades”, afirma Elmiro Nascimento.
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