Agronegócio

Ministro reafirma compromisso do país com preservação dos recursos hídricos

"Água, alimento da terra"
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O Brasil tem uma grande preocupação com a preservação da água e toda a política brasileira para o setor agrícola leva em conta este compromisso. A afirmação foi feita pelo ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento do Brasil, Antônio Andrade, em Campana, na Argentina. Ele participa do Encontro de Ministros da Agricultura da América 2013, realizado pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), que segue até esta sexta-feira, 27, com o tema Água, alimento da terra. 


Na reunião, os ministros emitirão recomendações em relação à gestão dos recursos hídricos para as políticas públicas do continente e para a atuação do IICA junto aos governos dos países membros. O ministro disse que “para o Brasil, é fundamental a construção de uma agenda supranacional para o uso sustentável da água no campo”. Perguntado sobre como o governo brasileiro pode contribuir para essa agenda, explicou que o país já trabalha a questão, não somente com a agricultura tropical, mas também com países vizinhos e nações africanas. 


Andrade lembrou que 6% dos recursos hídricos que o país recebe são originários de países vizinhos, que possuem diferentes políticas de conservação. “Os agricultores do Brasil sabem que as reservas de água são o maior patrimônio que possuem”, asseverou. Segundo ele, 12% das reservas de água do continente estão no país. O leque nacional de preocupações em torno do tem é amplo, informou Andrade. O governo trabalha para aumentar a área irrigada, modernizar o transporte, conservar e melhorar a qualidade dos recursos hídricos para a produção de alimentos. 


O ministro brasileiro reafirmou que o Brasil está disposto a seguir apoiando e pondo à disposição de todo o mundo o conhecimento agrícola que possui. Ele destacou a atuação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e Abastecimento (Embrapa), “um orgulho nacional”, que faz pesquisa com sementes tropicais e estudos do solo. “Não queremos apenas produzir alimentos, mas também combater a fome no mundo. Por isso, o país continuará contribuindo com as Américas e com o IICA para conservar quantitativa e qualitativamente a água no continente”, concluiu.
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