MT: Sorriso lidera plantio
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Agronegócio

MT: Sorriso lidera plantio

Sorriso deverá manter recordes da safra anterior
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Município que disponibiliza a maior área no mundo à oleaginosa já cobriu cerca de 25% dos 633 mil ha

O ritmo aplicado ao plantio da nova safra de soja, em Mato Grosso, supera em 3 pontos percentuais o observado em igual período do ano passado. Sorriso (460 quilômetros ao norte de Cuiabá) lidera os trabalhos no campo com 25% da área destinada à oleaginosa semeada. O Município é conhecido por destinar a maior superfície, no mundo, para a cultura: mais de 633 mil hectares (ha). Nesta cadência, possibilitada pelas chuvas, quase 160 mil/ha estão semeados.


Muito próximo dali, em Lucas do Rio Verde (360 quilômetros ao norte de Cuiabá), o plantio alcança a segunda maior proporção relativa do Estado, com 18% da área de 266 mil ha plantada. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) dos 7,89 milhões/ha que deverão ser cultivados no Estado, 8,6% estão cobertos, ou, pouco mais de 678 mil/ha. Em igual período do ano passado, 5,6% da área de 7,07 milhões/ha estavam plantados.

O agronegócio, liderado pela soja e pelo milho segunda safra – que no ano passado ultrapassou a produção da leguminosa em Sorriso - representa cerca de 80% do Produto Interno Bruto (PIB) do município, como explica o presidente do Sindicato Rural de Sorriso, Laércio Pedro Lenz.


Para a safra 2012/13, Sorriso deverá manter os recordes da safra anterior: cerca de 2,1 milhões de toneladas de soja e 2,8 milhões de milho, totalizando quase 5 milhões t. “Temos uma área consolidada acima de 600 mil hectares. No ano passado cobrimos com soja e milho quase duas vezes a área, safra verão e safrinha, o que mostra que temos tecnologia, otimizamos nossas ferramentas e esperamos que o clima nos ajude na obtenção de novos números inéditos”.

PROBLEMAS - A evolução mensurada na última sexta-feira pelo Imea se dá mesmo sobre uma área 12,9% maior em relação ao ciclo anterior como também com alguns problemas na entrega de sementes e fertilizantes que ainda não chegaram às propriedades e tem deixado muitos sojicultores de braços cruzados. Até agosto, cerca de 50% do volume a ser entregue – estimado em 5,2 milhões t – ainda não haviam sido entregues.

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