MT comprova, em números, produção sustentável

Agronegócio

MT comprova, em números, produção sustentável

Os números foram apresentados durante o painel “Política Classista – Avanços e Dificuldades”, realizado durante a Bienal dos Negócios da Agricultura
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Para contribuir aos argumentos do ministro da Agricultura, presidente da Famato, Rio Ottoni Prado, entregou documento que comprova sustentabilidade

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rui Ottoni Prado, entregou ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, um documento que comprova, com números, que a agropecuária do Estado é feita de maneira sustentável. Os números foram apresentados durante o painel “Política Classista – Avanços e Dificuldades”, realizado na manhã da sexta-feira (21), durante a Bienal dos Negócios da Agricultura, no Cenarium Rural, em Cuiabá.

Como apontou Rui Prado, o documento, além de desmistificar juízo de valor sobre Mato Grosso e os produtores mato-grossenses, “tem o objetivo de levar até o ministro informações verdadeiras e que possam contribuir para atuação do Ministério frente aos pleitos do setor produtivo”. Os dados partem de estatísticas produzidas pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Toda a produção estadual, atualmente a maior do Brasil, além de contribuir para que os alimentos cheguem mais baratos às famílias, gera dividas, renda, emprego e qualidade de vida. “O mundo demanda alimentos e Mato Grosso é o único que pode ofertar esta necessidade sem converter mais nenhum hectare de vegetação nativa”, afirmou Prado.

Da safra 05/06 até a atual temporada, a área cultivada no Estado recebeu incremento de 4%, enquanto a produção evoluiu 21%. “A eficiência do produtor e seus investimentos alicerçam este resultado”. No caso da pecuária, a linha do tempo de comparação é mais extensa. Vai de 2000 a 2008, período em que o rebanho cresceu 38% e a área destinada à pastagem, 9%. “Nós buscamos uma produção sustentável baseada em um tripé de sustentabilidade econômica, ambiental e social. O desmatamento, por exemplo, recuou 72% de 2004 a 2008. Depois de chegar ao pico de 1,2 milhões de hectares, passou a menos de 400 mil no ano passado”, acrescentou o presidente da Famato.

O documento mostra ainda que, com os ganhos em produtividade, a agricultura estadual deixou de incorporar ao sistema de produção 1,24 milhão de hectares nas últimas três safras. Em relação à pecuária, a eficiência aplicada da porteira para dentro permitiu um acréscimo de 25% nos últimos oito anos. Com isso, a atividade deixou de incorporar 6,62 milhões de hectares.

“Esse total de 7,86 milhões de hectares é quase cinco vezes maior que todo o desmatamento registrado no Estado de 2005 a 2008. Sem a expansão geográfica da atividade agropecuária, mais de 900 milhões de toneladas de carbono deixaram de ser emitidas na atmosfera”, argumentou o presidente da Famato.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Bienal dos Negócios da Agricultura

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