Nova cultivar de feijão é lançada no RS
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Imagem: Divulgação/Seapdr
PESQUISA

Nova cultivar de feijão é lançada no RS

Nova cultivar de feijão é uma oportunidade de diversificação para os produtores
Por: -Aline Merladete

Pesquisadores do Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa da Agricultura Familiar (Ceafa) da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), localizado em Maquiné, lançaram, recentemente, uma nova cultivar de feijão: a RS Centenário. Trata-se de uma oportunidade de diversificação para os produtores, principalmente os pequenos e médios.  “Foi uma homenagem aos 100 anos de pesquisa agropecuária estadual, em especial ao trabalho da extinta Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro)”, conta o melhorista do Ceafa, Juliano Garcia Bertoldo. A nova cultivar de feijão pertence ao grupo comercial rajado, que apresenta alto valor agregado, com preço maior no mercado.

Conforme Bertoldo, foram 11 anos de pesquisa. “Iniciou em 2007, quando foi feita a primeira seleção e encerrou em 2018 com os testes de Valor de Cultivo e Uso (VCUs). Participaram do estudo mais dois melhoristas: Juarez Fernandes de Souza e Guido Renato Sander (in memoriam)”, destaca.

De acordo com o pesquisador, a RS Centenário é uma melhoria em relação à cultivar, também rajada, Iraí. “Dentro do grupo rajado, ao qual pertence, a produtividade média apresentada pela RS Centenário, de 1.685 quilos por hectares, pode ser considerada elevada”, pontua.

“Seu cultivo é indicado para os diversos sistemas preconizados pela pesquisa oficial para a cultura do feijão no Rio Grande do Sul, nos períodos de safra e safrinha, em lavouras de sequeiro ou irrigadas, em plantio direto ou convencional, solteiro ou consorciado, convencionais ou orgânicos”, explica Bertoldo.

A cultivar RS Centenário apresenta a cor de grão rajado como diferencial. “Há uma necessidade de diversificar o consumo de feijão, e essa cultivar, por apresentar um bom rendimento mesmo frente a testemunhas tradicionais e porte mais ereto, pode ser uma excelente opção aos agricultores”, esclarece o pesquisador.

A expectativa na Seapdr é que esse ano seja registrada ainda outra cultivar do grupo comercial preto e outra do grupo comercial carioca.

as informações são da Seadpr*


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