Nova política insere País no mercado de biotecnologia
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Agronegócio

Nova política insere País no mercado de biotecnologia

A proposta pretende explorar de forma sustentável a biodiversidade brasileira
Por: -Sandra

A nova política do Brasil para a biotecnologia pretende articular estrategicamente as áreas de saúde humana, agropecuária, industrial e ambiental, tornando o País em um dos maiores pólos mundiais de pesquisa do setor. A proposta, lançada recentemente pelo governo federal, pretende explorar de forma sustentável a biodiversidade brasileira, dando mais agilidade nos processos de transformação do conhecimento científico em produtos e processos inovadores.

Os programas que serão implementados a partir da Política de Desenvolvimento da Biotecnologia no Brasil terão o acompanhamento do comitê nacional de biotecnologia, composto por representantes da Casa Civil e de mais sete ministérios: Saúde, Ciência e Tecnologia, Agricultura, Meio Ambiente, Educação, Desenvolvimento Agrário e Justiça. Os quatro setores prioritários a receber investimentos - saúde, agropecuária, indústria e meio ambiente - contarão com uma repartição de verbas divididas em 60% de recursos públicos e 40% em investimentos privados.

A nova política governamental para a indústria de biotecnologia propõe ações estratégicas que englobam investimentos, infra-estrutura e marcos regulatórios para o setor. Estão previstos investimentos da ordem de R$ 510 milhões até 2008, dos quais R$ 300 milhões são destinados ao desenvolvimento de processos e produtos, priorizando os temas contemplados na Política Industrial de Comércio Exterior (Pitce). Entre os quais estão os medicamentos, além de bens de capital com foco na cadeia produtiva de biocombustíveis e combustíveis sólidos, biotecnologia, biomassa e energias renováveis.

A expectativa é que a nova política, nos próximos 10 anos, gere investimentos de R$ 10 bilhões, entre recursos públicos e privados. As principais fontes financeiras da área pública são, entre outras, os fundos setoriais, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e agências de fomento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). As informações são da assessoria de imprensa do Ministério do Desenvolvimento Agrário.


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