Novas técnicas podem melhorar qualidade de melão do RN

Agronegócio

Novas técnicas podem melhorar qualidade de melão do RN

Fertilização do solo e combate às pragas e doenças estão entre as ações
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Repassar novas técnicas de fertilização do solo e métodos de combate às pragas e doenças comuns à cultura do melão estão dentro das estratégias do Sebrae no Rio Grande do Norte para aumentar a produtividade de pequenas propriedades. Para que os agricultores tenham acesso a essas informações, a instituição, em parceria com a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), promoverá clínicas tecnológicas voltadas especificamente para grupos produtores de melão.
 
As clínicas serão realizadas nesta quinta-feira (19) e sexta-feira (20) para meloeiros da comunidade de Pau Branco, dos assentamentos Oziel Alves, São Romão e Maisa, na região de Mossoró. O Oeste Potiguar é responsável por abastecer os mercados interno e externo com cerca de 90 mil toneladas da fruta todos os anos e responde por quase metade da produção nacional. São mais de 6 mil hectares com esse cultivo. Além do aumento da produtividade, a ação conjunta do Sebrae e da Ufersa pretende melhorar a qualidade do melão plantado.

A capacitação envolve informações sobre as principais pragas e doenças que afetam espécies como abóbora, melancia e o próprio melão. Entre as mais comuns nas lavouras desta fruta estão a mosca minadora e o pulgão. Os agricultores também aprenderão sobre as técnicas de fertilização via irrigação das lavouras.

Recuperação

Tudo será ministrado por professores doutores da Ufersa, como Elton Lúcio de Araújo, Márcia Michelle Queiroz e José Francismar de Medeiros. “Esse tipo de informação é importante para que o agricultor passe a ter conhecimento e saiba enfrentar os problemas sem perdas e com melhoria na qualidade dos frutos”, explica o gestor do projeto de Fruticultura do Sebrae no Rio Grande do Norte, Franco Marinho Ramos.

O Sebrae decidiu realizar as clínicas tecnológicas depois de constatar queda na produtividade, relacionada diretamente à presença de pragas e à fertilidade deficiente de alguns solos cultivados. Com essa intervenção de melhoria no manejo, espera-se recuperar a produção de 25 mil quilos de melão por hectare ou até superá-la. São reflexos que podem ser sentidos já nas próximas safras, entre agosto e fevereiro.

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