Nufarm investe no desenvolvimento do conceito Zethamaxx®

Agronegócio

Nufarm investe no desenvolvimento do conceito Zethamaxx®

Produto em fase de registro nos órgãos reguladores auxilia na preservação da molécula do glifosato
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Produto em fase de registro nos órgãos reguladores auxilia na preservação da molécula do glifosato e apresenta amplo espectro para ervas de difícil controle
 
A Nufarm avança nos testes e pesquisas em torno de Zethamaxx®. Herbicida em fase de registro nos órgãos reguladores brasileiros, Zethamaxx® é composto pelos ingredientes ativos flumioxazina e imazethapyr. De acordo com a empresa, o novo produto representará uma solução de ponta, inovadora e exclusiva, para manejo de plantas invasoras nas culturas de soja e feijão. A expectativa da companhia é introduzir Zethamaxx® no mercado nos próximos meses.
 
Carlos Mella, gerente de herbicidas e adjuvantes da Nufarm, afirma que os resultados a campo demonstram que o emprego de Zethamaxx® proporciona efeito residual prolongado e amplo espectro de controle de gramíneas e folhas largas. A composição do produto, assinala ele, envolve dois ingredientes ativos com diferentes mecanismos de ação, que controlam plantas daninhas em dessecação e pré-emergência.
 
Segundo o gerente, essa característica também favorece o manejo de resistência de herbicidas, preservando a suscetibilidade das plantas daninhas à molécula do glifosato.
 
“Resultados mostram que o produto atua com eficiência sobre plantas monocotiledôneas e dicotiledôneas, incluindo as resistentes ao glifosato”, ressalta Mella. “Nosso objetivo é resgatar a tranquilidade aos agricultores brasileiros no sistema produtivo e no manejo de plantas invasoras, pois com o longo período residual e amplo espectro, Zethamaxx® proporcionará uma lavoura livre de invasoras e de fácil manejo na pós-emergência”, acrescenta o executivo.
 
Mella reforça ainda a importância de Zethamaxx® na prática do manejo de resistência de herbicidas. “Com a sobreposição de semeadura de culturas ‘RR’ no Brasil, a seleção de plantas resistentes e tolerantes aumentou significativamente. Hoje, temos seis espécies resistentes ao glifosato. Para evitar a intensificação desse problema, é necessário que o agricultor use herbicidas pré-emergentes com diferentes mecanismos de ação”, finaliza Carlos Mella.
 

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