Orgulho que vem do campo

Agronegócio

Orgulho que vem do campo

Alimentos produzidos chegam à mesa de famílias da capital do país
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Em todas as regiões do Brasil vivem milhares de trabalhadores rurais que cumprem um papel muito importante para o dia a dia da economia do nosso país. Os agricultores familiares são responsáveis por 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros. Na Associação Colônia Agrícola do Lamarão, a 80 km de Brasília (DF), vive Daniel Antônio da Silva, de 35 anos, que cumpre muito bem esse função: ele planta alimentos saudáveis que saem do campo e chegam fresquinhos às casas de dezenas de brasilienses. Graças ao trabalho dele, os 7,5 hectares da propriedade da família produzem abóbora, tomate, repolho, pimentão e limão. 

Ele afirma que o resultado vale o esforço: “Do início de 2015 até o primeiro semestre de 2016 vendemos aproximadamente 500 caixas de tomate para a Central de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF)”, comenta, para exemplificar, já que toda a produção varia muito de uma safra para a outra, e por isso ele não sabe precisar o total que colhe nas lavouras.

Além de ser apaixonado pela agricultura familiar, Daniel conta que sabe aproveitar bem as políticas públicas do Governo Federal voltadas para o meio rural. Ele tem a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e, graças a esse cadastro, ele pode recorrer a programas como o Programa e Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). “Fiz um empréstimo de quase R$ 20 mil pelo Pronaf e apliquei em minha propriedade para fazer uma pequena barragem que me auxilia na irrigação”, explica o agricultor.

Bem perto dali mora o gerente de logística da Fazenda Malunga, Willian Alexandre, de 30 anos, que também é agricultor familiar e, como Daniel, tem orgulho do que produz no campo. Ele conseguiu quebrar barreiras e ampliar os negócios com o apoio de linhas de créditos do Pronaf Mais Alimentos, destinadas à modernização de pequenas propriedades rurais. “Antes para solicitar alguma coisa era a maior burocracia, hoje é muito fácil. Já solicitei o crédito em duas ocasiões. A primeira foi um financiamento de R$ 10 mil para beneficiamentos na minha propriedade. E a segunda vez foi um empréstimo de proximamente R$ 80 mil para aquisição de um trator”, contou orgulhoso.

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