Agronegócio

Os 10 maiores importadores de carne de frango de 2016 na visão da FAO

Na tabela abaixo, os prováveis dez maiores importadores de carne de frango de 2016, segundo o recente Food Outlook da FAO.
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Na tabela abaixo, os prováveis dez maiores importadores de carne de frango de 2016, segundo o recente Food Outlook da Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). 

Entre os dez, apenas o primeiro e o último da lista (China e Rússia, respectivamente) tendem a reduzir suas importações no decorrer do corrente exercício, o que faz com que as compras do grupo cresçam não mais que 3%. E como, entre os demais importadores, o incremento pode ser inferior a 2%, a perspectiva é a de que as importações globais apresentem expansão pouco superior a 2,5%.

Para melhor avaliação, acrescentou-se a essa tabela a representatividade desses países nas exportações do Brasil e dos EUA (posição no ranking desses dois países segundo o volume importado no primeiro quadrimestre de 2016). E o que se constata é que os três maiores mercados da carne de frango brasileiro correspondem, também, aos três maiores importadores mundiais.

Notar, neste caso, que o posicionamento da União Europeia está colocado entre aspas. Porque se trata de uma comunidade de 28 países. Mas, considerado todo o bloco, o volume importado pela UE a coloca como quarto principal mercado da carne de frango brasileira. Assim, entre os seis maiores importadores mundiais, apenas um (México) não está presente no quadro de 10 maiores importadores do Brasil.

Por falar nos seis maiores importadores do Brasil: até o ano passado, o último colocado dessa lista, a África do Sul, não aparecia como importador do frango dos EUA, pois mantinha embargo comercial ao país. Abriu seu mercado em 2016 e, em apenas quatro meses, já ocupa a 17ª posição entre os importadores do frango norte-americano. É um caso que merece atenção.

Quanto aos indicativos, apontados pelo FAO, de redução da importação por parte da China e da Rússia: se isso efetivamente ocorrer, deve ficar restrito às compras globais dos dois países, não afetando o fornecimento brasileiro. Aponta nessa direção o fato de, nos cinco primeiros meses do ano, as importações chinesas terem aumentado 77%, enquanto as russas apresentaram incremento de 62%. 

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