Ourofino lança campanha para combater leishmaniose canina

Agronegócio

Ourofino lança campanha para combater leishmaniose canina

Iniciativa contempla material informativo e orientação técnica para médicos-veterinários, lojistas, revendedores e donos de pets
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Iniciativa contempla material informativo e orientação técnica para médicos-veterinários, lojistas, revendedores e donos de pets
 
Uma das principais doenças zoonóticas é a leishmaniose, causada, no Brasil, pela Leishmania infantum chagasi. Infecciosa, porém não contagiosa, a enfermidade ataca o sistema de defesa do organismo e tem como principal reservatório o cão doméstico. Apesar de ser apenas mais um hospedeiro, já que é o inseto que transmite a doença, o animal infectado auxilia a propagação do problema e, por isso, é preciso apostar em métodos preventivos.
 
Para instigar a conscientização de profissionais da área e também de tutores e donos de cães sobre o assunto, a unidade Pet da Ourofino Saúde Animal lança a campanha de combate à leishmaniose. Entre agosto e setembro, materiais informativos como flyers, cartazes e adesivos serão entregues aos estabelecimentos do setor pelos promotores técnicos das distribuidoras parceiras da empresa junto à orientação sobre os impactos da doença e a importância de seu controle.
 
“Temos como pontos principais orientar sobre a gravidade da leishmaniose e informar a respeito de seu ciclo, além de destacar locais endêmicos e sinais clínicos, entre outros fatores”, ressalta Verônica Martins, diretora da unidade Pet da Ourofino.
 
Também como parte desse combate à doença, a indústria farmacêutica traz em seu portfólio para animais de companhia a coleira Leevre, que controla os vetores da leishmaniose visceral canina por 26 semanas. A coleira ectoparasiticida pode ser utilizada continuamente por um período médio de seis meses. “É uma maneira de auxiliar a prevenção e o combate, pois é repelente e evita a picada do inseto no cão”, diz Verônica.
 
O alto número de cães infectados está associado ao grande risco da doença em humanos, pois se torna fator facilitador da propagação pelo inseto. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 3 mil pessoas são contaminadas pela doença anualmente no país. As questões socioeconômicas mal resolvidas também ampliam a problemática.

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