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Agronegócio

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Seguro Rural, Dólar e cotação de soja no Brasil, Preços da mandioca
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O governo do Paraná começou ontem a operar efetivamente o programa de Seguro Rural. O produtor rural interessado em ampliar a proteção de sua lavoura com apoio do Estado já pode procurar seu corretor de confiança para concretizar a operação. A estimativa é que sejam beneficiados entre 2 mil a 2,5 mil agricultores até o final do ano.

Está confirmada a disponibilidade de R$ 6,4 milhões, em recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico, para subvencionar a taxa de prêmio de 29 culturas cultivadas no Paraná. De cada R$ 1 mil que o produtor vai gastar para fazer o seguro de uma lavoura, poderá receber até R$ 600,00 em subvenção do governo federal. Dos R$ 400 restantes, o produtor poderá receber 50% em subvenção do governo estadual, devendo pagar apenas R$ 200 o prêmio de sua apólice de seguro para a lavoura.

Desvalorização do dólar enfraquece cotações de soja no País

Enquanto os preços da soja estão estáveis no mercado internacional, no Brasil a desvalorização do dólar frente o real tem travado as negociações e enfraquecido os preços internos. A moeda norte-americana se desvalorizou por sete dias úteis consecutivos e fechou a R$ 2,262 na sexta passada. Com isso, os preços pedidos por vendedores e as ofertas de compradores chegaram a ter diferença de R$ 3 para saca de 60 kg.

Além da desvalorização do dólar, as dívidas de custeio a vencer nos próximos dias tendem a elevar a necessidade de venda por parte do produtor, segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Com o pico de colheita no Brasil e deficit de armazenagem, o escoamento também deve ser mais rápido. Entre 21 e 28 de março, o Indicador da soja Paranaguá Cepea/Esalq/BM&FBovespa, baseados em negócios realizados, teve queda de 3,84%, para R$ 70,04/sc de 60 kg.

Preços da mandioca seguem firmes no mercado

A elevação do volume de mandioca ofertado na última semana, somada à melhora na demanda industrial, manteve os preços da raiz estáveis. A média semanal a prazo da tonelada posta fecularia foi de R$ 331,88 (R$ 0,5772/grama de amido na balança hidrostática de 5 kg), ligeira baixa de 0,3% frente à anterior. Em relação à indústria de fécula, a produção esteve aquecida enquanto o ritmo de comercialização ainda se mantém fraco. Assim, os preços do derivado seguiram pressionados, com a média a prazo a R$ 1.943,50/t (R$ 48,59/sc de 50 kg), baixa de 1,9% na última semana em relação à anterior.

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