Milho

Panorama da colheita da safra de verão e semeadura da segunda safra de milho

De acordo com o Deral, 41,0% da área semeada com milho de primeira safra foi colhida até o dia 19/3
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No Paraná, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), 41,0% da área semeada com milho de primeira safra foi colhida até o dia 19/3. Com o tempo mais seco no estado, os trabalhos avançaram em um ritmo melhor em março, comparativamente com o mês anterior.

O Deral estima que 86,0% das áreas a serem colhidas estejam em boas condições, 13,0% em condições medianas e 1,0% em condições ruins. Para o milho de segunda safra, a semeadura atingiu 93,0% da área prevista para esta temporada. A previsão é de que os trabalhos sejam concluídos até o final de março.

O atraso na colheita da soja tem afetado a semeadura da segunda safra de milho, o que aumenta as chances de geadas e chuvas irregulares durante o desenvolvimento das lavouras e pode impactar nas produtividades. Até o momento, a situação das lavouras é favorável, com 99,0% das áreas em boas condições e 1,0% em condições medianas. A maior parte das lavouras está em fase de desenvolvimento vegetativo (88,0%).


Em Mato Grosso, maior produtor nacional de milho de segunda safra, a semeadura está na reta final. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), 98,8% da área prevista com milho nesta safra de inverno foi semeada até o dia 15/3.

A região Noroeste do estado foi a primeira a concluir a semeadura do cereal. Com o avanço da colheita da safra de verão no país e o aumento da oferta interna, o movimento de alta dos preços perdeu força na quarta semana de março, mas as incertezas e especulações acerca da segunda safra 2017/2018 continuam.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou para baixo a estimativa de área semeada (-0,4%) e produtividade (-1,4%) do milho de segunda safra, frente ao levantamento anterior. No total, considerando a primeira e segunda safras, o Brasil deverá colher 87,28 milhões de toneladas do cereal nesta temporada. São 10,8% ou 10,56 milhões de toneladas a menos que o colhido em 2016/2017.

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