Paraguai deve manter status de área livre de aftosa
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Agronegócio

Paraguai deve manter status de área livre de aftosa

O Paraguai teria conseguido da OIE o compromisso de preservar o seu status
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O Paraguai teria conseguido que a Organização Internacional de Epizootias (OIE) asumisse o compromisso de preservar o seu status de área livre de febre aftosa, com vacinação, na assembléia-geral da instituição, marcada para maio, em Paris, informou o diretor interino do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa), Ricardo Feltes.

Segundo ele, na terça-feira (27-02) os responsáveis pelos serviços sanitários do Brasil (Jamil Gomes de Souza), do Paraguai (Hugo Corrales), e da Argentina (Jorge Amaya) se reuniram com membros da comissão científica da OIE – que estiveram recentemente nestes países para analisar a situação, detalhando as ações adotadas diante do ressurgimento da doença no Sul do continente e o plano conjunto de combate à aftosa.

Feltes afirmou que, após esse encontro, os técnicos da OIE teriam dito que o status sanitário paraguaio será mantido, porque em nenhum momento o país correu o risco da volta da aftosa. Esse veterinário citou que a assembléia da OIE "é uma instância política" e que até maio "seria muito difícil" surgir um novo foco da doença no Paraguai.

Explicou que o seu país cumpriu o plano de trabalho apresentado na recente reunião em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), mas o acordo que irá firmar "assegura a preservação do status sanitário". O diretor interino disse que o plano regional consiste, basicamente, em estabelecer uma faixa de vigilância de 15 quilômetros nos dois lados da fronteira do Paraguai com o Brasil (Mato Grosso do Sul) e dentro desta zona executar ações específicas, como a vacinação conjunta e assistida, época de imunização igual, e maior fiscalização.

O plano, subscrito pelo Brasil, também prevê a identificação (com brincos) de todos os bovinos e outros animais sujeitos a febre aftosa, controle na movimentação do rebanho, inspeção da entrada e saída do gado desta faixa e lacre de caminhões de transporte do gado.


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