Agronegócio

Pesquisador derruba argumentos e mitos contra a aviação agrícola

Artigo rebate distorções e desinformações
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Artigo  rebate distorções e desinformações

A irracionalidade de argumentos invocados como “dados técnicos” ou “acadêmicos” contra a aviação agrícola foi analisada na segunda-feira (23-09), em um artigo do professor Ulisses Rocha Antuniassi, do Departamento de Engenharia Rural da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP (Botucatu/SP). Com o títuloDesconstruindo mitos na aplicação aérea de defensivos, o texto foi divulgado pela Universidade Estadual Paulista e repercutiu na imprensa especializada. Nele, o pesquisador aborda o quanto interpretações errôneas, distorções de conceitos ou puro desconhecimento técnico geram pérolas da falta de bom senso.

 
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Como o clássico “somente 1% do produto aplicado atinge o alvo. Os 99% restantes vão para o ar, água e solo”. Neste caso, algo seguidamente citado para defender propostas de leis que limitem ou proíbam a aplicação aérea de defensivos. Doutor e pós-doutor em fitossanidade, Antuniassi foi atrás da origem desse clássico e ratificou o óbvio: não há qualquer pesquisa sobre isso com relação à aviação agrícola.

 
O que existe é uma citação em uma pesquisa sobre química analítica, referindo-se a uma conjectura feita sem base científica, na década de 1980, por professores americanos. “O princípio é básico: se de fato houvesse uma técnica com perdas de 99%, a mesma dificilmente seria eficaz no controle de pragas e doenças, e por isso nenhum agricultor se disporia a usá-la”, raciocina o pesquisador em seu artigo.

 
Antuniassi ressalta que a aviação agrícola é tida como indispensável por diversos setores do agronegócio brasileiro. Ele mesmo coordena um projeto de cerificação da aviação agrícola, que envolve a UNESP e mais duas universidades, além do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) e da Associação Nacional de Defesa do Vegetal (Andef). O projeto (
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