Pesquisadores discutem no Paraná avanços em monitoramento de florestas
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Agronegócio

Pesquisadores discutem no Paraná avanços em monitoramento de florestas

Nenhum país possui um sistema qualificado de monitoramento como o do Brasil
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Especialistas e pesquisadores de vários países discutem até sexta-feira (7), em Foz do Iguaçu (PR), os avanços recentes em sistemas de observação e monitoramento de florestas e as melhores experiências desenvolvidas atualmente no mundo nessa área.

Os participantes do encontro, que começou ontem (4), analisam formas de trabalho do Global Earth Observation System of Systems, com sede em Genebra, Suíça, que busca fornecer informações detalhadas da Terra. Esse sistema reúne instituições de pesquisa interessadas em ampliar a capacidade de monitoramento ambiental do planeta e congrega 71 países e a Comissão Européia.

O encontro em Foz do Iguaçu é promovido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pelo Grupo de Observação da Terra (GEO). Segundo a assessoria de imprensa do Inpe, nenhum país possui um sistema qualificado de monitoramento como o do Brasil, que é reconhecido internacionalmente. Baseado em imagens de satélites, o sistema brasileiro monitorara o desmatamento na Amazônia.

O chamado TerraAmazon é utilizado no cálculo anual do desflorestamento feito pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes). O programa, que existe há 20 anos, cobre os quatro milhões de quilômetros quadrados de áreas florestais com freqüência anual. Seu resultado mostra a taxa média e a estimativa da extensão do desflorestamento da Amazônia brasileira e tem orientado a formulação de políticas públicas para a região.

Outro projeto de iniciativa brasileira de cooperação internacional na área de observação da Terra envolve a oferta gratuita de imagens de satélite para a África. Recentemente, o Inpe ofereceu imagens do satélite sino-brasileiro (em parceria com a China) para todo o continente africano. A distribuição das imagens contribui para que governos e organizações monitorem desastres naturais, desmatamento, ameaças à produção agrícola e riscos à saúde pública.


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