Phibro e APTA assinam termo de intenções para parceria tecnológica

Agronegócio

Phibro e APTA assinam termo de intenções para parceria tecnológica

Acordo avaliará as potencialidades de uso da Virginiamicina em diferentes condições de criação do gado a pasto e confinado
Por: -Joana
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Acordo que terá duração de 4 anos avaliará as potencialidades de uso da Virginiamicina, molécula melhoradora de desempenho na suplementação de rebanhos, em diferentes condições de criação do gado a pasto e confinado


A Phibro Animal Health, líder global na produção e comercialização de aditivos para nutrição e saúde animal, cria esforço de cooperação técnica com a Agência Paulista de Tecnologia Agrícola (APTA) - vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo - e inicia projeto inédito de parceria envolvendo experimentação zootécnica e difusão de conhecimentos para bovinos de corte.


O acordo de intenções que acaba de ser assinado prevê duração de quatro anos para o projeto que busca fundamentalmente aumentar a base de conhecimento sobre a aplicabilidade das moléculas melhoradoras de desempenho, em especial a Virginiamicina. A partir da uma série de estudos de experimentação feitas sob diferentes situações de ambiente os técnicos buscarão dar respostas ao uso mais adequado do aditivo na alimentação dos bovinos criados a pasto e confinamento.

“A idéia é mapear a dose resposta frente ao nível de suplementação, avaliando tanto ganho de peso, quanto ganho em carcaça e conversão alimentar”, salienta Danilo Grandini, diretor da unidade de bovinos da Phibro e supervisor do projeto.

Os testes serão conduzidos em parceria entre as equipes técnicas da Phibro e APTA na fazenda experimental da entidade localizada na cidade de Colina (SP). Segundo Grandini, o ineditismo desse trabalho, que vai transformar a unidade da APTA no principal campo de teste do país para a efetivação de experimentos científicos sobre virginiamicina, é o ponto que merece principal destaque na parceria.


“Queremos mostrar com dados científicos que o uso continuado da virginiamicina pode sim proporcionar maior aproveitamento das dietas, seja em sistemas de criação menos intensivos a base de pasto e suplementos, ou mesmo com uso de rações mais ricas em grãos e energia para sistemas mais intensivos como o confinamento”, enfatiza.

No caso da pecuária extensiva, segundo Flávio Dutra de Resende, diretor técnico da APTA Alta Mogiana, a criação dessa parceria público-privada, objetiva, acima de tudo, suprir o mercado com informação técnica de qualidade e respaldo científico sobre uma tecnologia que somente agora começa a ser usada de maneira mais efetiva na pecuária de criação a pasto. “O formato desse trabalho permite que possamos sair na frente de outros institutos de pesquisa, pois em quatro anos teremos condições de gerar dados conclusivos sobre a virginiamicina e suas principais condições de uso na suplementação”, conclui.


O acordo também prevê a realização de uma série de encontros com grupos de produtores, empresas do setor de suplementos nutricionais, consultores e acadêmicos para difusão dos conhecimentos gerados, bem como aperfeiçoamento nas técnicas de produção a pasto e confinamento.


As informações são da Texto Assessoria de Comunicações

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