Pintos de corte: em julho, o segundo menor volume dos últimos 24 meses

Agronegócio

Pintos de corte: em julho, o segundo menor volume dos últimos 24 meses

A produção brasileira de pintos de corte de julho último recuou, em termos reais, ao segundo menor volume dos últimos 24 meses.
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Voluntariamente ou forçada pelas dificuldades de manutenção da atividade, a produção brasileira de pintos de corte de julho último recuou, em termos reais, ao segundo menor volume dos últimos 24 meses. A constatação considera a produção nominal mensal ajustada para mês de 30 dias.

Pelo levantamento que a APINCO realiza em nível nacional, o volume de pintos de corte produzido em julho registrou redução mensal de 6,6% e anual de 9,6%, somando 514,8 milhões de cabeças.

Nominalmente, é um volume que ainda supera, por larga margem, os 497,6 milhões de novembro passado ou, então, os (quase) 495,9 milhões de fevereiro de 2015. Mas, em valores reais – isto é, considerado o número de dias do mês – situa-se, na prática, como o segundo menor volume dos últimos 24 meses, pois inferior ao de fevereiro/15 e praticamente igual ao de novembro/15 (diferença, a mais, de apenas 600 mil cabeças – 0,12%). Dessa forma, entre agosto de 2014 e julho de 2016, menor que a produção real de julho último só a de novembro de 2014. 

Com este último resultado, o volume produzido no ano registrou forte desaceleração. Havia fechado o primeiro semestre com expansão próximo de 4%. Agora, em sete meses, acumula evolução de 1,66%.

Mantida no restante do ano a média dos sete primeiros meses de 2016 – pouco mais de 544 milhões de cabeças – o total anual ficará em torno de 6,530 bilhões de pintos de corte, volume menos de meio por cento superior aos [cerca de] 6,506 bilhões de cabeças de 2015.

Porém, como as condições de mercado, mais do que sugerir, recomendam volume médio inferior ao até aqui registrado, é provável que o corrente exercício seja encerrado com evolução anual negativa.

Por ora, em 12 meses, a produção brasileira de pintos de corte registra expansão nominal de 2,54% e real de 2,26%. 

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