FUNDAMENTOS

Plantio da soja quase completo no Brasil

85,6% na atual semana que encerra no dia 1 de dezembro
Por: -Leonardo Gottems
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De acordo com informações da Consultoria AgResource, o plantio da soja no Brasil avança para 85,6% na atual semana que encerra no dia 1 de dezembro. Os principais estados produtores do Centro do Brasil já estão praticamente completos, com algumas microrregiões ainda à serem plantadas, e o estado do Paraná foi o primeiro no Brasil a encerrar o cultiva da soja. 

“Como de costume, os estados do Nordeste e Norte já ultrapassam a metade da área cultivada, ainda com algumas semanas distantes até a conclusão do plantio da oleaginosa. A safra sul-americana está apenas no começo, na Argentina, em torno de 45-50% da soja já foi semeada até esta mesma semana”, comentam os analistas. 

A ARC alerta, porém, que é imaturo a revisão de qualquer projeção de safra, uma vez que ainda há muita “água para passar em baixo da ponte”. Chama a atenção ao fato de que, na Câmara dos Deputados do Brasil, um novo mandato do uso de combustíveis renováveis ganha forças prevendo uso de etanol e biodiesel seja alavancado em 50% até 2030, alcançando 40 bilhões de litros anuais.

CLIMA

De acordo com os mapas climáticos do Sistema de Previsão Global (GFS, do NOAA), os modelos climáticos atualizados confirmam o estabelecimento de um padrão de chuvas regulares sobre o Centro do Brasil nos próximos 15 dias. Rodadas consecutivas de índices pluviométricos acima dos 20 mm deverão ser observadas sobre Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e
Mato Grosso, Tocantins e Bahia neste período. 

“As demais regiões sojicultoras do Brasil também deverão observar chuvas, porém o padrão é irregular. No Rio Grande do Sul, o cenário é de alerta. Até meados de dezembro, nenhuma rodada de chuvas expressivas acima dos 25 mm vem sendo prevista. Os índices pluviométricos para esta região giram em torno dos 10-15, no geral. O mesmo acontece para o leste da Argentina, que se destoa das chuvas favorecendo oeste do país, nos próximos 5 dias. O estabelecimento de um La Niña seria um agravante no cenário climático da Argentina”, conclui a ARC.

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