Por ora, só carne suína registra evolução positiva na receita cambial

Agronegócio

Por ora, só carne suína registra evolução positiva na receita cambial

Dados compilados pelo MAPA junto à SECEX/MDIC mostram que as principais carnes ficaram não muito distantes dos quatro milhões de toneladas.
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Dados compilados pelo MAPA junto à SECEX/MDIC mostram que nos sete primeiros meses de 2016 as exportações das quatro principais carnes – pela ordem, segundo o volume embarcado, de frango, bovina, suína e de peru – ficaram não muito distantes dos quatro milhões de toneladas, aumentando mais de 10% em relação a idêntico período de 2016.

Em valores relativos, quem mais contribuiu para essa expansão foi a carne suína, cujos embarques aumentaram 43%. Na sequência vêm a carne bovina, com pouco mais de 9% de aumento, e a carne de frango, com incremento de 8%. Ou seja, apenas a carne de peru fechou o período com redução de volume (-4,5%).

A carne suína foi, também, a que registrou maior retrocesso no preço médio: mais de 25% de queda. Mas graças à grande expansão no volume é a única a registrar, até aqui, evolução positiva na receita cambial (+6,5%). As demais continuam devendo: 2% a menos na carne bovina, quase 5% a menos na carne de frango e 6,3% a menos na carne de peru.

Em consequência desses resultados, a receita global das carnes, que nos sete primeiros meses de 2015 chegou aos US$8,4 bilhões, neste ano não vai muito além de US$8,150 milhões, o que significa redução próxima de 3%. 

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