Porto de Paranaguá bate recorde histórico de exportação de grãos

Agronegócio

Porto de Paranaguá bate recorde histórico de exportação de grãos

De janeiro a julho, o corredor embarcou 9,7 milhões de toneladas de produtos
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O Porto de Paranaguá bateu o recorde histórico de exportação de grãos pelo Corredor de Exportação. Foram embarcadas 112,9 mil toneladas de grãos no intervalo de 24 horas, mesmo com paralisação por conta das chuvas. Quando o recorde foi batido, estavam sendo carregados dois navios de milho e um de soja.

Segundo Luiz Henrique Dividino, diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, o recorde foi atingido pois não há filas, a chegada dos caminhões é ordenada e, com a nova configuração do corredor, os terminais têm atingido cada vez maiores índices de produtividade.

Desde janeiro, está em vigor a norma que dá preferência para atracação em um dos três berços do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá, os operadores de grãos que apresentarem melhores índices de produtividade. As novas regras, deixam um dos três berços do corredor com preferência na atracação para navios que forem embarcar cargas de até três terminais diferentes.

Divino explica, que em esta norma chegou a ser questionada logo quando começou a vigorar. “Cerca de 35% dos navios que operavam no corredor já operavam nestas condições. Hoje, mais 80% dos navios que operam no corredor estão fazendo uso desta preferência porque perceberam que a norma traz benefícios para todos”, afirma.

De janeiro a julho, o Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá embarcou 9,7 milhões de toneladas de produtos, volume é 2% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. As exportações de soja já estão praticamente finalizadas e agora o Porto começa a exportar, sobretudo, o milho.

O Porto de Paranaguá é o maior porto graneleiro da América Latina e 3º maior porto de conteineres do Brasil, perdendo só para Itajaí e Santos. O terminal exporta e importa grãos (soja, algodão, arroz e feijão, arroz, café, entre outros), fertilizantes, contêineres, líquidos, automóveis, madeira, papel, sal, açúcar, entre outros. 
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