Primeira indústria de etanol de milho entra em operação nesta quinta
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Imagem: Pixabay
NO MATO GROSSO DO SUL

Primeira indústria de etanol de milho entra em operação nesta quinta

Produção da primeira fase será de aproximadamente 400 milhões de litros de etanol ano, para um processamento de 1 milhão de toneladas de milho
Por: -Aline Merladete

O vice-presidente da Inpasa Brasil, Rafael Ranzolin, recebeu a Licença Ambiental de Operação, após passar pela inspeção do Instituto de Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul – Imasul. A liberação possibilita o início das atividades da primeira fase da indústria instalada em Dourados. O evento ocorreu na manhã dessa quarta-feira (30). A produção da primeira fase será de aproximadamente 400 milhões de litros de etanol ano, para um processamento de 1 milhão de toneladas de milho. Essa expansão da indústria reflete diretamente na geração de novos empregos, fomento às cadeias produtivas e desenvolvimento tecnológico de toda região.

De acordo com as informações divulgadas pela Inpasa, o projeto de Dourados contempla aproximadamente 200 mil m² de área construída, destacando uma capacidade estática de 1 milhão de toneladas de milho. Já na segunda fase, a produção será duplicada, alcançando 800 milhões de litros de etanol, processando 2 milhões toneladas de milho. Também serão expandidas as produções de DDGS, chegando a 260 mil toneladas e 27 mil toneladas de óleo de milho e 452 mil mw/ano de energia elétrica.

A segunda fase das obras, agrega ao complexo industrial de Dourados, três novos negócios. O primeiro deles é uma fábrica de refino de Óleo com capacidade inicial de 210 mil toneladas ao ano, a partir do óleo bruto produzido em Dourados e, também, das demais plantas do grupo, com capacidade de expansão. O segundo negócio será uma usina fotovoltaica com geração de 13 mil mw/ano de energia elétrica, por meio de 11.500 placas solares, ocupando uma área de 10 ha. Também está contemplada, o 3º polo Inpasa de prestação de serviços com posto de combustíveis, restaurantes, lanchonetes, farmácias, lojas de conveniências, serviços mecânicos dentre outros. “A planta de Dourados vem para contribuir e transformar o Mato Grosso do Sul, em especial a cidade de Dourados, em um grande polo de biocombustíveis e de bioeletricidade”, afirma o vice-presidente, Rafael Ranzolin. 


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