Soja

Principais regiões finalizam plantio

A semeadura de soja está finalizada em quatro das sete regiões produtoras
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A semeadura da safra de soja 2017/18 está finalizada nas principais regiões produtoras de Mato Grosso, como a médio norte e a oeste. Conforme dados divulgados ontem pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), os trabalhos no campo atingiram 96,06% da área estimada para este ciclo, em cerca de 9,42 milhões de hectares, mas ainda há atrasos em relação ao mesmo momento do ano passado, quando o plantio atingia 97,59% de uma superfície bastante semelhante à atual. 

Na semana passada a semeadura chegou a 10ª semana, devendo ainda se estender por mais alguns dias até a conclusão. No ano passado essa etapa da produção contabilizou 13 semanas de trabalhos e em 2015 foram 12 semanas. 

Conforme o Imea, a semeadura de soja está finalizada em quatro das sete regiões produtoras, de acordo com a divisão feita pelo próprio Instituto, como no centro sul, médio norte, noroeste e oeste. Seguem à espera de bom tempo, ou seja, das chuvas, as porções nordeste, cujo plantio ocupa 78,72% da área, a norte, com 96,60% dos hectares cultivados e a sudeste com 98,91% da área semeada. Entre as ‘lanterninhas’ do plantio dessa safra, chama à atenção o atraso registrado no noroeste, o maior entre elas, e que chega a 21,80 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mesmo período do ano passado. Na região médio norte, cuja área plantada é a maior do Estado – com mais de 3,2 milhões de hectares – finalizou o plantio com uma semana de atraso em relação ao ritmo do ano passado, quando no dia 17 de novembro estava com 100% da área disponível semeada. 

Nesse levantamento o Imea fez também uma avaliação dos estragos causados pela forte estiagem durante o período de semeadura, ação climática que demandou replantio. Cerca de 94,75 mil hectares, o equivalente a 1% da área total no Estado estimada pelo órgão para esta safra necessitaram ser ressemeados. “As regiões mais afetadas foram a médio norte e a nordeste, devido, principalmente, ao atraso do início dos bons volumes de chuvas, que, sobretudo, trouxe impactos às áreas semeadas logo após o fim do Vazio Sanitário, ou seja, durante a segunda quinzena de setembro”. 

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