Produção de dendê na Amazônia é discutida em Câmara Setorial em Brasília

Agronegócio

Produção de dendê na Amazônia é discutida em Câmara Setorial em Brasília

Foram discutidos temas como o custo amazônico relacionado à produção de dendê
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O secretário de Estado de Projetos Estratégicos (Sepe), Sidney Rosa, participou na semana passada da primeira reunião do ano da Câmara Setorial da Palma de Óleo no ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Brasília. Sidney foi o único secretário presente à reunião, que discutiu temas como o custo amazônico relacionado à produção de dendê, entre outros assuntos.


O diretor-presidente da Biopalma, Sílvio Maia, explicou que foi muito boa a participação do Governo do Estado, por meio da Sepe, à reunião. “Deixou claro o interesse e o apoio do Pará”, pontuou. “O Pará é o Estado do dendê”, esclareceu, complementando que por isso não teria como ficar de fora de discussões importantes como as travadas na Câmara Setorial. Para Maia, a participação do secretário Sidney Rosa também foi relevante já que indica a vontade do Estado em contribuir com o setor em áreas como a de infraestrutura, principalmente, na recuperação das estradas, para escoar a produção.


Hoje presente em sete municípios do Nordeste paraense, a Biopalma deve ter até o final do ano 60 mil hectares plantados, e a ideia é produzir 500 mil toneladas de dendê na primeira etapa do projeto, ultrapassando em quatro vezes a produção da Agropalma. Maia se arrisca a dizer que o dendê vai acabar com a miséria nos municípios nos quais a cultura vem sendo implementada, além de movimentar a economia local. “Muda a região e muda até o Estado”, frisou.


De acordo com a gerente de Projetos e Relacionamentos Institucionais da Eco Dendê, a agrônoma Márcia Tagore, a presença da Sepe mostra o interesse do Governo do Estado na cultura do dendê e na implantação de projetos na área. A agrônoma ressaltou, ainda, que a participação do Estado na reunião mostrou a relevância com que o programa vem sendo tratado e significa um passo importante para o sucesso dele, já que depende da eficiência do Estado junto aos órgãos executores como Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Instituto de Terras do Pará (Iterpa).


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