Produção de eucalipto cresce no Tocantins
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Agronegócio

Produção de eucalipto cresce no Tocantins

Estado já conta com 36,5 mil hectares cultivados com espécies florestais. eucalipto se destaca com 31,9 mil hectares plantados
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A silvicultura vem ampliando espaços no Tocantins, graças à existência de condições favoráveis à produção, que vão desde a luminosidade e o clima propício, até a disponibilidade de terras e a logística para exportação. Os cultivos são diversos, com destaque para o eucalipto, teca, neem, seringueira e pinus.

Levantamento realizado pela Seagro no mês de setembro constatou que o Estado já conta com 36,5 mil hectares direcionados à reposição florestal, onde o eucalipto se destaca com 31,9 mil hectares plantados, contra 1,9 mil hectares de teca, gerando 33 mil empregos. A expectativa para 2010 é chegar a 78 mil hectares e 99 mil empregos.

Uma nova unidade de produção instaladas no município de Miracema do Tocantins, por exemplo, localizada a 80 quilômetros de Palmas, prepara-se para produzir inicialmente 15 milhões de clones de eucalipto e espera chegar a 50 milhões de mudas em 2010, gerando cerca de 350 empregos diretos. O investimento da empresa Viveiros Tocantins deve chegar a R$ 5 milhões quando estiverem concluídas todas as etapas da construção e retrata uma nova visão empresarial que começa a ganhar espaço no Estado: a produção sustentável de madeira em áreas desmatadas.

O plantio de eucalipto é uma opção atraente nesse segmento, por ter múltiplas utilidades, desde a fabricação de móveis até matéria-prima para produção de papel e de carvão para grandes usinas siderúrgicas. A empresa instalada em Miracema do Tocantins possui 32 variedades de clones, que se prepara para repassar as primeiras mudas aos produtores silvícolas, informa Glayton Carvalho Marques um dos proprietários.

A expectativa deMarques é montar um pólo florestal no Tocantins e para isso está tendo o apoio da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seagro). Engenheira florestal do órgão, Ana Paula de Almeida é uma entusiasta do projeto. “A produção silvícola tem grande importância econômica, pois é mais uma opção para gerar emprego e renda, além de recuperar áreas degradadas”.


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