Produção de leite no sul do País continua a crescer à frente de Minas

Agronegócio

Produção de leite no sul do País continua a crescer à frente de Minas

Estados da região sul cresceram 6,4% em 2011
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Segundo Leite Brasil, os estados da região sul cresceram 6,4% em 2011, enquanto os mineiros registraram 4,4%


Minas Gerais continua na segunda posição no ranking nacional dos maiores produtores de leite. É o que mostra recente levantamento feito pela Leite Brasil, associação que representa os produtores nacionais, com base nos resultados da Pesquisa da Pecuária Municipal, divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Os estados do sul mantêm a liderança desde 2007, quando tinham participação de 28,7% na produção brasileira, contra 27,8% do estado mineiro. Em 2011, a participação foi de 31,9% em comparação aos 27,3% registrados por Minas Gerais.

De acordo com a associação, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estados que compõem a região sul do País, registraram crescimento na produção de leite de 6,2%, 6,3% e 6,8%, respectivamente, o que fez com que a região chegasse à marca de 6,4% em 2011. Com o índice, mantêm-se à frente de Minas Gerais (4,4%). Os números do sul superam, inclusive, a média nacional, que no período registrou aumento de 4,5%.


O crescimento nos números estende-se também ao consumo de leite na região. Os estados do sul detêm os maiores níveis de consumo domiciliar de produtos lácteos, de acordo com a última edição da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada pelo IBGE, em 2011. Enquanto o consumo de leite por pessoa ao ano atingiu 81 litros em Minas Gerais, a média nos estados do sul foi de 105 litros.


Para Jorge Rubez, presidente da Leite Brasil, outro fato relevante da estatística é a produção média de leite por cabeça de gado. “Na região sul, são produzidos cerca de 2.471 litros vaca/ano, enquanto que em Minas Gerais, cada animal produz cerca de 1.555 litros vaca/ano. Outro fator que justifica o forte desempenho dos estados é o investimento em tecnologia para a produção do leite e a preocupação com bons indicadores zootécnicos”, afirma.

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