Produtores de mel comemoram aumento em exportações

Agronegócio

Produtores de mel comemoram aumento em exportações

Entidades afirmam que Piauí terá uma das maiores safras dos últimos anos
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A safra de mel do Piauí em 2011 deve ser uma das maiores dos últimos anos. A informação é da Central de Cooperativas Apícolas do Semi-Árido Brasileiro (Casa Apis) e da Cooperativa Mista dos Apicultores da Microrregião de Simplício Mendes (Comapi). Os apicultores também comemoram o aumento das exportações e do preço do produto.


Durante os meses de janeiro a abril deste ano, nove containeres, sendo sete da Casa Apis e dois da Comapi, foram comercializados para o exterior. Antonio Leopoldino Dantas Filho, presidente da Casa Apis, informa que o quilo do mel orgânico foi vendido por US$ 3,50 para os Estados Unidos e Itália. O presidente da Casa Apis diz ainda que aos poucos o mel piauiense se consolida no exterior e a expectativa é de mais crescimento. “Produzimos mel orgânico que está sendo bem aceito fora do Brasil. A expectativa é que até o final do ano a Casa Apis tenha exportado cerca de 30 containeres”, afirma Dantas.

No mercado, o mel orgânico é mais valorizado que o convencional. Por isso, o Sebrae no Piauí realiza capacitações junto aos produtores de mel da região de Picos, quando se discutem inovações tecnológicas para a certificação e adequação de processos.


Qualidade

A Comapi também comemora o crescimento das exportações. Entre os meses de janeiro e abril, dois containeres foram exportados para os Estados Unidos. De maio a junho, serão comercializados cinco para o mesmo país. O gerente administrativo da Comapi, Paulo José da Silva, informa que o quilo do mel produzido na região de Simplício Mendes está sendo vendido ao exterior a US$ 3,38 e a expectativa é comercializar toda a produção, a exemplo de 2010.

“Esperamos vender as 300 toneladas produzidas este ano, repetindo o sucesso de vendas de 2010. Produzimos um mel orgânico de qualidade, que começa a ser apreciado nos Estados Unidos e isso é muito gratificante. Esperamos a liberação do Ministério Público para vendermos à Europa”, afirma Paulo José.

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