Produtores de RP aprovam projeto de incentivo
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Agronegócio

Produtores de RP aprovam projeto de incentivo

Programa estadual de microbacias será renovado para segunda fase em Ribeirão Preto
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Os produtores da microbacia do Ribeirão Preto e o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural da cidade devem renovar a participação no Projeto de Microbacias, realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento. Em sete anos, foram investidos R$ 3,09 milhões em projetos para preservação ambiental na região, sendo R$ 2,4 mil no município. O governo do Estado discute uma nova parceria com o Banco Mundial para financiar a segunda fase do projeto, que começa em 2009 e investirá R$ 130 milhões no Estado.

De acordo com o diretor substituto do escritório de desenvolvimento rural da Coordenadora de Assistência Técnica Integral (Cati) de Ribeirão Preto, Carlos Alberto Patriarcha, os 104 produtores da cidade já se posicionaram favoravelmente à permanência no programa, que deve ser ampliado. “Queremos incluir mais produtores, até porque muitos só aderem depois que o vizinho faz.”

A microbacia do Ribeirão Preto fica localizada em Bonfim e compõe a bacia do Pardo, na qual estão outras cidades da região. A demora dos produtores em aderir ao programa —a maioria só entrou este ano— fez com que, na primeira fase, o projeto investisse mais em cidades vizinhas. Em Santa Rosa de Viterbo, por exemplo, há as microbacias do Córrego Bom Sucesso e do Ribeirão Águas Claras e lá foi investido R$ 354,3 mil em 46 projetos.

Em Ribeirão foram aprovados 30 projetos e três fossas sépticas já foram instaladas. Uma delas foi no sítio de Heitor Magazone. “O pessoal do projeto nós convidou para participar e eu aceitei. Eles me explicaram que a fossa era muito importante para a preservação ambiental e financiaram 90% do valor da construção”, afirmou. A fossa foi instalada há quatro meses, ficou em R$ 900 e Magazone só gastou R$ 100.

Segundo Patriarcha, o projeto inclui pequenos, médios e grandes produtores que estejam na bacia. “Há hortas, pequenos sítios e até grandes áreas. Só excluímos os condomínios que não são consideradas áreas para a produção rural", afirmou.


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