Produtores investem em mandioquinha para superar crise

Agronegócio

Produtores investem em mandioquinha para superar crise

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Espírito Santo do Dourado registrou aumento de 37% na produção


Produtores de batata de Espírito Santo do Dourado, no Sul de Minas Gerais, descobriram na mandioquinha salsa um novo meio de lucrar com a lavoura e superar a crise. Além de ser mais resistente a pragas, o produto traz vantagens também para o meio ambiente.


Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as terras altas e o clima ameno do Sul de Minas são ideais para o cultivo da mandioquinha salsa, ou batata barôa, como também é conhecida. Tanto que, há 13 anos, a Embrapa desenvolveu uma variedade melhorada conhecida por mandioquinha amarela Senador Amaral, uma referência ao município onde foram colhidas as sementes originais. “Ela é mais resistente e produtiva”, diz o engenheiro agrônomo Waldemar Martins de Andrade.


De acordo com a Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), a área plantada de mandioquinha salsa em Minas Gerais este ano é de 1.486 hectares, 5% menos que no ano passado. Mas em Espírito Santo do Dourado, maior produtor do estado, a área plantada passou de 80 para 110 hectares, um aumento de 37% em relação a 2008.


A colheita começou em agosto e deve ir até outubro. Cada caixa com 22 kg é vendida por R$ 28, preço considerado atrativo. No município, a safra deve chegar a 1.650 toneladas, 73% mais que em 2008.

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