Região Sul deverá produzir 760 mil toneladas de fumo em 2008/2009
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Agronegócio

Região Sul deverá produzir 760 mil toneladas de fumo em 2008/2009

Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (4), em Brasília, durante a reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Fumo
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A Região Sul é a maior produtora de fumo no Brasil, sendo o Rio Grande do Sul responsável por 50%, Santa Catarina por 33% e o Paraná por 17%. Na safra 2007/2008, 182 mil produtores gaúchos integrados colheram 720 mil toneladas de fumo, cultivadas em 354 mil hectares. A receita, de R$ 3,8 bilhões, levou o País ocupar o segundo lugar na produção mundial de fumo.

A expectativa para a safra 2008/2009 na região Sul é de aumentar 6,2% da área plantada e produzir mais 40 mil toneladas, alcançando 760 mil toneladas. Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (4), em Brasília, durante a reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Fumo.

O presidente do Sindicato da Indústria do Fumo no Rio Grande do Sul (Sindifumo), Iro Schünke, ressaltou que o Brasil é o maior exportador desde 1993 e que o mercado interno consome apenas 15% da produção. “Em 2007, exportamos 700 mil toneladas, com receita de US$ 2,2 bilhões. Em 2008, esse número deve diminuir para 650 mil toneladas, mas com a recuperação de preços, teremos saldo de US$ 2,6 bilhões”, explicou.

O principal destino do fumo brasileiro, em 2007, foi a União Européia e a Europa, com 45%. Em segundo lugar aparece o Extremo Oriente, com 16%, seguido pelo Leste Europeu com 14%. No que se refere aos estoques, em 1997, o número era de 7,2 milhões de toneladas e, em 2007, a quantidade caiu para 5 milhões/toneladas.

De acordo com o assessor para as Câmaras Setoriais e Temáticas, Aguinaldo José de Lima, a agenda estratégica também foi destaque na reunião. “O setor apontou a necessidade da criação de mecanismos de rastreabilidade e de produção integrada, por meio de cuidados com as boas práticas agronômicas. Além disso, discutimos a importância da certificação do fumo, que compreende a propriedade, o produto que sai da propriedade e o produto final. Ou seja, a meta é criar padrões de qualidade que possam dar confiabilidade ao produto, o que já está sendo construído”, finalizou.


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