Rondonópolis é o líder em exportações entre municípios
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Agronegócio

Rondonópolis é o líder em exportações entre municípios

Município vem se destacando pelo grande parque industrial
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Rondonópolis, Sorriso, Nova Mutum, Sapezal e Campo Novo do Parecis são os maiores exportadores de Mato Grosso no acumulado de janeiro a outubro de 2011. Com um total de US$ 798,287 milhões em exportações, a capital do agronegócio lidera o comércio exterior entre os municípios mato-grossenses:, com um saldo positivo de aproximadamente 7% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando acumulou receita de US$ 748,100 milhões.


Dentre os maiores exportadores, Rondonópolis tem o diferencial por ser mais industrializada do que as outras quatro cidades que tem a agricultura como principal base econômica e, desta forma, agrega valor ao produto. Os principais produtos exportados pelo município são derivados da soja e algodão debulhado. Dentre os itens importados pela cidade estão defensivos agrícolas e adubos.

“Rondonópolis vem se destacando pelo grande parque industrial e toda vez que se agrega valor ao produto é melhor. Somente a cadeia da soja tem mais de 190 produtos. Mato Grosso tem exportado menos a soja em grão para produtos industrializados como o óleo de soja”, avaliou o presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Jandir Milan.


Milan comentou ainda que a ferrovia deve melhorar os resultados do município na balança comercial, com a instalação de novas indústrias na área de entorno do Terminal da América Latina Logística (ALL). “Mato Grosso já tem o sétimo PIB per capita, estamos acima do Paraná. Os números são do IBGE referentes ao ano de 2009. O estado cresceu a um ritmo de 6,8% em 2009, é um bom resultado com a geração de 50 mil novos empregos”.

Nortão

A conclusão da BR-163 ligando Mato Grosso ao porto de Santarém pode resultar na forte industrialização do Nortão e economia aos produtores rurais. A soja embarcada em Lucas do Rio Verde e Sorriso serão transportadas até o porto de Santarém, que em seguida seguirá por hidrovia até o porto de Belém. O local tem capacidade de receber cargueiros maiores do que o porto de Santos. A soja chegaria ao porto de Xangai, na China, com frete menor.


“Cerca de 7 a 8 sacas de soja ficariam com o produtor. Esse dinheiro vai para o ralo com o custo de óleo diesel e frete. É um valor muito significativo”.

Na avaliação do presidente da Fiemt, os dois extremos de Mato Grosso são os mais promissores. “Rondonópolis com a ferrovia e o Nortão com o escoamento pela hidrovia vão gerar mais industrialização e oportunidades”.

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